Será que o terremoto foi no Japão foi castigo divino? Deus quem enviou a tsunami para o Japão? Alguns cristãos estão afirmando que o terremoto que assolou o país asiático é um castigo de Deus contra os japoneses. As explicações para a afirmação são as mais diversas, desde versículos da Bíblia até o fato de apenas 1% da população ser cristã.
No twitter, Daniel Helbingen afirma que a catastrofe do Japão aconteceu porque não haveria nenhum verdadeiro seguidor de Cristo no local: “1% do Japão é Catolico, 4% evangelico, aposto q a Catastrofe aconteceu porq naum tinha nenhum verdadeiro seguidor de Jesus”, o twitteiro ainda completou: “O mesmo Jesus disse: ‘Se tiver 1 ou 2 reunidos no meu nome, lá eu estarei’. Apesar de seu posicionamento contra o Japão, Daniel é se declara fã de Naruto. Ele foi amplamente criticado por ateus e alguns cristãos.
No twitter e em fóruns de discussão alguns dos versículos mais utilizados para afirmar que Deus quem permitiu o terremoto no Japão são os do livro de Apocalipse: “(…) o tempo de destruíres os que destroem a terra” emApocalipse 11:18 para explicar os terremotos e “e morreu a terça parte das criaturas que tinham vida no mar; e perdeu-se a terça parte das naus” em Apocalipse 8:9 para explicar a tsunami.
Comentando que sua igreja e fiéis não estavam entre os milhares de mortos japoneses devido ao terremoto, o Pastor Serikako Hiroshi da Igreja Internacional da Graça de Deus afirmou que “Deus realmente guarda, ele protege aqueles que são seus”.
No Orkut a comunidade “D-us, destrua o Japão” faz a reivindicação baseando-se que “os japoneses são pagãos [porque] não aceitaram Jesus Cristo. Eles corrompem nossa juventude com seus animes e mangás que promovem o homossexualismo e a prostituição infantil”.
Nem todos concordam com a afirmação de que Deus agiu contra o Japão. Em toda a internet são possíveis encontrar relatos de ateus e cristãos que discordam deste posicionamento. Para o ateu Felipe N dizer que Deus castigou o Japão e incongruente: “Então, as enchentes no Rio de Janeiro foi castigo de Buda?”.
Para o twitteiro cristão Jorge Avilla estaria faltando discernimento: “Atenção cristãos, católicos ou evangélicos, a Bíblia (Sagradas Escrituras) não é Roleta Russa, favor nao ligar Apocalipse 8:9 com o Japão!”
O que acontece com o Japão aconteceu exatamente igual com o Haiti, após um desastre natural as atribuições de castigo divino também surgiram imediatamente.
Fonte: Gospel+
A rede ABC provocou indignação e protestos quando anunciou que faria um programa piloto baseado no livro Good Christian Bicthes [Boas Prostitutas Cristãs], de Kim Gatlin.
Após o anúncio feito pela emissora na última semana, a AFA [Associação de Famílias da América] iniciou uma petição, exigindo que a Rede ABC e a Disney, sua companhia-mãe, cancelem todos os planos de colocar no ar o programa.
A resposta inicial da ABC foi mudar o título do seriado para “GCB”, mas a AFA não ficou satisfeita.
“Nosso boicote realmente teve eco entre os telespectadores – especialmente na comunidade cristã – que estão chocados e horrorizados porque a ABC /Disney realmente pretende colocar no ar esse programa. É intolerância anticristã. Esse tipo de programa é um insulto a todos nós. O nome do programa é ofensivo, um insulto e uma humilhação. Uma falsa representação da comunidade cristã – não apenas isso, acho que é um insulto a todas as mulheres.”
A petição já tem mais de 200.000 assinaturas.
“Embora o título do programa possa ter sido abreviado, a gravidade do insulto não foi, por isso continuaremos o protesto”, afirmou o líder de projetos da AFA, Randy Sharp. “Esta é uma maneira pela qual podemos fazer nossas vozes serem ouvidas pelos executivos da ABC.”
“Vou falar por mim”, insiste Sharp. “Qualquer um que se referir a minha esposa e minhas filhas como ‘prostituta’, me deixaria muito zangado. Acho que é ofensivo simplesmente a ABC pensar que essa é uma palavra apropriada para usar para falar do sexo feminino.”
Na esteira da AFA, o Parents Television Council [Conselho de Pais e de Televisão], que já fez campanhas contra programas da MTV no passado, também se manifestou contrário à produção da ABC.
O presidente da PTC, Tim Winter, afirmou: “Isso não apenas afronta as mulheres, mas ataca frontalmente a maior religião do mundo. A palavra ‘puta’ é maldosa e usada para enxovalhar, atacar e humilhar todas as mulheres. E usar ‘cristãs’ apenas aumenta a ofensa… Será que a ABC pensou em ofender outros grupos religiosos? Como seria se eles dissessem que o programa se chamaria ‘putas’ muçulmanas, hindus, judias ou budistas?”.
A proposta da série, que mistura drama e comédia, é mostrar a vida de Amanda, que foi uma “menina má” na escola mas hoje está “recuperada”. Depois de seu divórcio, ela decide retornar com seus 2 filhos a Dallas, sua cidade natal, para recomeçar a vida. Porém, acaba tendo de lidar com as fofocas maliciosas das mulheres da comunidade cristã. O foco é abordar o comportamento hipócrita de pessoas que se dizem religiosas e mostrar os bastidores da igreja que frequentam.
O papel principal foi dado à atriz Leslie Bibb e o produtor executivo será Darren Star, de séries consagradas como “Sex and the City “e “Barrados no Baile”. Não há previsão ainda de quando as filmagens começam e nem que dia da semana irá ao ar. O mais provável é que surja como um teste de audiência durante o spring break, substituindo alguma série atual durante parte do segundo semestre.
Fonte: Pavablog
Um fanático religioso que se assina como “Homem Sancto Executor da Escória” criou no dia 11 deste mês no Orkut a comunidade “D-us, destrua o Japão”, em uma referência ao devastador tsunami que atingiu aquele país.
Ele não escreveu a palavras ‘Deus’ sem todas as letras porque, se o fizesse, acredita que seria uma ofensa, a exemplo dos muçulmanos em relação ao profeta Maomé.
A comunidade tem 38 participantes até este momento. Em sua apresentação, diz que “os japoneses são pagãos [porque] não aceitaram Jesus Cristo. Eles corrompem nossa juventude com seus animes e mangás que promovem o homossexualismo e a prostituição infantil. Que a tsunami sancta varra os fiéis da face da terra”.
Os cristãos correspondem a 1% dos japoneses. Do total deles, cerca de 50% se declaram xintoístas e 38%, budistas.
No Twitter, o advogado Florindo Poersch, presidente da OAB do Acre, aproveitou a tragédia para fazer piada de mau gosto. Escreveu: “No Japão, como é que sabem quem está desaparecido? São todos iguais (rsrsrs)”.
O deputado Moíses Diniz (PCdoB-AC) disse que a manifestação do advogado foi “vergonhosa”. “Dr. Florindo, peça desculpas ou renuncie. Isso é indigno.”
Poersch deletou a piada e pediu desculpas.
Fonte: Paulopes
Inquietações de Ricardo Gondim, pastor e teólogo, em seu twitter, causam polêmica por seus comentários sobre “o controle de Deus,” na tragédia do terremoto e tsunami no Japão.
Gondim, escreveu em seu twitter no dia do terremoto e tsunami no país asiático, “O deus que ‘administra’ os eventos, tem propósitos insondáveis e que, pra cumpri-los, deixa tragédias acontecerem, é um demônio.”
Pastor Ricardo Gondim, presidente nacional da Assembléia de Deus Betesda, é conhecido por ser autor premiado de vários livros e artigos polêmicos.
Na tragédia do Japão, ele provocou polêmica ao questionar a “soberania de Deus” sobre os eventos catastróficos que ocorrem na terra.
“Deus q intervém não é o mesmo q controla tudo. Pois, se Deus já controla tudo, ñ precisa intervir,” escreveu ele no seu microblog.
“É preciso sair do modelo grego de uma divindade marionetando, do alto, os eventos da terra. Deus é Emanuel: Deus conosco…”
Para o teológo, Deus não está em controle de tudo e acredita em “um Deus de amor,” sem permitir ou interferir em uma tragédia.
“O modelo teológico que coloca Deus no controle de um tsunami também o responsabiliza por Asuschiwits, Ruanda, e pelo estupro da esquina.”
“O deus medieval, que se comporta como os senhores feudais, serviu a interesses da época, mas Jesus encarnou outra verdade: Deus é amor.”
Recebendo um email de Ricardo Gondim, o pastor Eros Pasquini da Igreja Batista Bereana em São Caetano do Sul, SP, divulgou uma carta aberta na internet, em resposta às suas inquietações.
Pasquini respondeu a frases de Ricardo Gondim como: “não há nenhuma força persuasiva no universo que me convença desses argumentos [que Deus age sem dar satisfação a nós] … não aceito que Deus, para alcançar seu propósito, produza um sofrimento brutal em tanta gente miserável, que não pediu para nascer na beira de uma praia paupérrima …”
Em resposta, Pasquini disse que frases como essas “apontam para o fato de que você aparentemente já se fechou para o que a própria Bíblia diz a esse respeito.”
Novamente, ele citou as indagações de Gondim como, “Conceitos como esses [Soberania, Onipotência] significam o quê dentro dos paradigmas das ciências sociais pós-modernas?”
E resondeu dizendo, “Você mudou de cosmovisão – abandonou sua confiança na suficiência das Escrituras para colocar os paradigmas das ciências sociais pós-modernas como parâmetro para se enxergar a Deus.”
Mas as questões de Ricardo Gondim ainda se seguiam, “Será que não estamos insistindo em ler as Escrituras com as mesmas lentes dos medievais?” O que levou a pastor Eros a pôr em dúvida a confiança de Gondim nas Escrituras.
“Você não está dizendo que quem mantém sua confiança na literalidade da Palavra de Deus é retrógrado?”
Pasquini afirmou que também por vezes sua, “cabeça também pira” e que “através da ajuda de um ou vários deles [amigos bem chegados], ou de uma boa leitura de conteúdo bíblico, de uma pregação bíblica, ou através de meu próprio tempo na Palavra e oração … Deus se mostra novamente Soberano, Gracioso, Misericordioso, etc.”
“Aí as “minhas inquietações” provam ser fruto de um homem que, conhecedor da Palavra (como você, também, o é), conhecedor de tantas bênçãos (como você, também, o é), por um descuido, tirou os olhos de Jesus.”
Pastor Eros mostrou como foi possível aprender sobre a soberania de Deus “fora da sala de aula,” quando, “esbravejei com Deus (punho cerrado) quando soube que meu pai estava com câncer e tinha dias contados.”
Segundo ele, Deus o encheu de paz e convicção que no culto de sepultamento de seu pai ele escreveu um texto citando Provérbios 20:24.
“Os passos do homem são dirigidos pelo Senhor; como, pois, poderá o homem entender o seu caminho?”
Pasquini expressou que o fato de Gondim escrever suas inquietações para o público, foi irresponsabilidade, visto que há muitos que nem sequer frequentam uma escola dominical. Mas afirmou que não acredita que Gondim o tenha feito por uma intenção errada.
Fonte: Christian Post
O blog Pulpito Cristão também fez uma análise sobre as afirmações do Pastor Ricardo Gondim e deu sua opinião na polêmica.
Os responsáveis por uma igreja dispensaram uma pastora sob a acusação de “conduta imoral” por ter sido estuprada por um fiel e, segundo eles, não ter reagido. A pastora nega. Ela foi afastada de todas as atividades da igreja, incluindo sua participação em um grupo de capelões de um hospital.
A pastora recorreu à Justiça do Trabalho com o pedido de uma retratação e o pagamento de indenização por danos morais.
À Justiça, um representante da igreja confirmou que o motivo da dispensa foi o estupro. Argumentou que, se a mulher dele fosse atacada, ela gritaria e chutaria o estuprador, “como qualquer outra mulher faria”, conforme consta nos autos do processo.
A primeira instância decretou que a ação da pastora é improcedente, e ela recorreu ao TRT (Tribunal Regional do Trabalho) da 15ª Região, com sede em Campinas (SP).
O TRT reformou a sentença e determinou que a igreja pague uma indenização. Como a ação corre em segredo de justiça, não há informação sobre o valor da indenização nem sobre o nome da igreja. Ainda cabe recurso.
Para o escritório de advocacia Cremasco, de Campinas, a igreja “não poderia praticar o linchamento moral da pastora”, execrando-a publicamente. “Ela deveria ter oferecido apoio moral à vítima.”
Fonte: Paulopes
“Os teus olhos me viram a substância ainda informe, e no teu livro foram escritos todos os meus dias, cada um deles escrito e determinado, quando nem um deles havia ainda.” (Salmos 139.16)
A mobilização dos evangélicos e de setores tradicionais da Igreja Católica colocou no centro do debate eleitoral um tema que até então era considerado periférico para a maioria dos candidatos e da sociedade brasileira: a questão do aborto. Agora, impactados pela surpresa do segundo turno na eleição para presidente e conscientes de que o assunto ganhou uma importância decisiva na definição do voto de milhões de pessoas, em especial dos cristãos, os candidatos correm para dizer que são contra a prática e a favor da vida.
Mesmo a candidata do PT, Dilma Rousseff, que dissimuladamente mudou o seu discurso apostando na desinformação ou na ingenuidade de todos nós, agora tenta se apresentar como defensora da vida e dos valores cristãos, como se fosse possível apagar da Internet os vídeos com suas declarações, anteriores à campanha eleitoral, nos quais ela defende explicitamente a descriminalização do aborto por ser “caso de saúde pública” e considera “um absurdo” os limites que a lei atual impõe sobre a prática. Se não bastassem esses registros indeléveis, Dilma ainda tem contra sua nova dialética o fato de ser esta uma bandeira assumida oficialmente no programa do seu partido. Ou seja, o novo disfarce só vai colar para os ignorantes ou para quem não considera o assassinato de crianças no ventre materno um tema relevante… Nem um, nem outro será o nosso caso.
Por que para nós, seguidores de Jesus Cristo, esse não é um tema periférico, como querem sugerir os “progressistas” sem consciência? Porque se trata do direito à vida, dom sagrado de Deus.
A argumentação pró-aborto quase sempre se baseia na falsa premissa de que a vida humana não é plena no ventre materno. Ou seja, a grosso modo para os abortistas, um embrião ou um feto não seria “alguém”, mas apenas “algo” que pode ser descartado. Segundo essa ética inconsequente, a vida não começaria na concepção e sim no nascimento.
O que a palavra de Deus diz, porém, é absolutamente oposto. A expressão do salmista em sua oração é maravilhosa: “Os teus olhos me viram a substância ainda informe” (Sl 139:16). Em outros termos, ele diz que Deus o reconheceu mesmo antes da formação fetal. Não era ali uma coisa, mas ele mesmo, ainda que não tivesse forma definida, numa referência clara às primeiras semanas de gestação, logo após a fecundação. A Jeremias, Deus disse:
“Antes que eu te formasse no ventre materno, eu te conheci, e, antes que saísses da madre, te consagrei, e te constituí profeta às nações” (Jeremias 1.5).
Mais uma vez, está clara a idéia de que o Senhor trata como uma pessoa definida, tanto o embrião (antes da forma), quanto o feto (antes do nascimento).
No Antigo Testamento, a palavra hebraica traduzida como criança ou bebê é “yeled”. Esta mesma palavra também é usada para se referir aos que estão ainda no ventre materno, confirmando a idéia de que para Deus não há distinção entre um ser humano que já veio à luz e um que está sendo gestado.
Diante desta e de muitas outras evidências bíblicas, morais e científicas, não temos como deixar de considerar o aborto provocado em qualquer fase da gestação, desde a fecundação do óvulo, como homicídio, subtração da vida humana. Isso vale, inclusive, para métodos abortivos como a chamada “pílula do dia seguinte”, que é usada até 72 horas após a relação sexual para expulsar qualquer óvulo fecundado e que tem seu uso legalizado no Brasil.
Na ótica cristã, provocar o aborto é assassinar. Infelizmente, isso já é permitido em nosso país por lei e efetuado pelo serviço público em casos de gravidez decorrente de estupro e de risco de morte da mãe devido à gestação. Além disso, nossa nação já vive debaixo da culpa desse terrível pecado, pois centenas de milhares de abortos são realizados todos os anos na clandestinidade.
O que se quer agora é dar legalidade total a esse genocídio. Não apenas matar, mas matar os absolutamente indefesos sob a cobertura da lei e o financiamento do Estado. Como a incompetência dos governos não consegue punir o ilegal, a solução cínica de torná-lo legal é proposta pelos “progressistas”, especialmente pelo atual governo brasileiro e pelo PT, partido de Dilma Rousseff.
Meus escritos e posicionamentos não foram encomendados por ninguém. Não tenho partido político e não estou a serviço de nenhuma campanha em particular. Sou apenas um pregador da Palavra de Deus (goste o mundo disto ou não). Se é verdade que há gente hipócrita explorando este tema por pura conveniência eleitoreira, certamente este não é o nosso caso. O que defendemos é motivado por convicção e consciência.
Que aborto é um caso de saúde pública, está óbvio. Porém, ao invés de legalizar esse infanticídio, o que o Estado deveria era gastar um pouco da fortuna que gasta com tanta publicidade eleitoreira em campanhas de conscientização e educação sexual, de estímulo à monogamia, em programas de assistência às mulheres pobres que rejeitam os filhos que geraram e até em estruturas de tutela das crianças “indesejadas” (ao invés de dizer “se não quer o filho, nós lhe ajudamos a matá-lo”, o Brasil poderia dizer “se não quer seu filho, nós o criamos por você”). Nosso Presidente poderia ter inventado um “Bolsa Vida”, já que ele gosta tanto da idéia, que desse uma opção e um alento à mulher sem recursos para não interromper sua gravidez. Mas é claro, tudo isso custaria muito. É mais fácil, mais conveniente e mais barato abortar…
Há um outro tipo de hipocrisia na retórica dos abortistas. Nós sabemos que uma enorme parcela dos abortos provocados não se baseia na falta de recursos para criar mais um filho ou na desinformação, mas na irresponsabilidade de uma sociedade erotizada e imoral, que quer curtir a vida sem responder pelas consequências. Tanto que os ricos também o fazem em suas clínicas limpas e seguras. E como os governos tratam de erotizar nossa juventude nas escolas, a clientela só tende a crescer.
Além disso, o Estado deveria tratar como crime o que é crime, pois a impunidade é a mãe da corrupção. Se houvesse maior repressão a quem escolhe e, especialmente, a quem opera o aborto, talvez as estatísticas fossem menos terríveis… Descriminalizar é, a meu ver, lavar as mãos no sangue dos inocentes.
Como cristão, não posso concordar com a proposta de que, se mulheres pobres (ou irresponsáveis) abortam e correm risco de morte por isso, devemos ajudá-las a abortar “de maneira digna”, assim como não aceito idéias como legalização das drogas, para que o controle saia das mãos dos traficantes e venha para o Estado. A meu ver, essa linha de pensamento é só uma fuga para a incompetência das nossas instituições. Um governo que assuma o papel de homicida e traficante de drogas não pode ser a minha aspiração.
Não acho que a decisão do voto deva basear-se apenas neste assunto, embora para a Igreja de Cristo ele seja extremamente importante. Não somos pragmáticos. Somos cristãos… Também não acho que exista algum “Messias” enviado do céu nesta campanha eleitoral. Infelizmente, o quadro que temos está mais para escolher entre trevas e densas trevas. Entretanto, de acordo com as propostas que vêm sendo praticadas e desenhadas nos últimos anos pelo governo do PT, pelo conjunto da obra, estou convicto de que o menos pior para o Brasil, em particular para quem tem sua ideologia formatada pela Bíblia, é a descontinuidade do atual governo federal.
O tema é muito mais profundo, mas estas poucas linhas são suficientes para colocar em sua consciência o peso da responsabilidade. Não queremos um Brasil amaldiçoado pelo derramamento de sangue inocente, queremos? Não queremos ser cúmplices de um “genocídio legal”, queremos? Pois, então, pense muito bem neste assunto antes de votar. As propostas e os discursos de cada candidato à Presidência da República já estão registrados na História, ainda que pela conveniência de uma campanha, há quem queira apagá-los. Você e eu, entretanto, não somos mais ignorantes e nem seremos desculpáveis se nos fizermos de ingênuos. Votar no próximo dia 31 poderá ser uma opção entre tornar-nos cúmplices de um infanticídio sob a cobertura da lei ou resistirmos a esta abominação que tem sequestrado a consciência das nações. Depois, cada um de nós responderá diante do Criador e Justo Juiz pela escolha realizada… Pense bem!
Por Danilo Figueira
Fonte: Orvalho
Depois de causar polêmica no Twitter por tuitar “Alguém acabou de me dar uma FERRARI novinha! ,” disse o pastor da Fellowship Church que literalmente dirigiu até palco da Igreja no domingo.
Mas aquele não era o seu carro, tudo não passou de uma pegadinha de acordo com seu blog. Ele estava usando o carro como parte de uma ilustração do seu sermão para sua mais recente série intitulada “RPM: Relacionamentos. Paixão. Matrimônio.”
“Deus me deu uma Ferrari, porque eu sou uma Ferrari. Você também é uma Ferrari. Deus te deu uma Ferrari,” disse ele.
Semanas antes, ele estava ao volante de um Rolls-Royce – que também foi usado como acessório – logo que ele apareceu no palco para seu sermão.
O carro de luxo, considerado o carro do sonho entre muitos, também foi usado como uma maneira de dizer à congregação que eles são um Rolls-Royce, porque eles são feitos à imagem de Deus.
Nas últimas semanas, Young tem tentado transmitir a mensagem de que se Deus deu a todos um Rolls-Royce ou uma Ferrari (seu próprio corpo), muitos não a estão usando da maneira que deveria ser usada.
“Estou dizendo a vocês que vários namoros defeituosos estão acontecendo em nosso mundo hoje,” disse ele. “Metade dos casamentos terminam como um relato de destruição… Não estamos fazendo a coisa certa antes do casamento. É por isso que estamos fazendo essa série.”
Ao invés de deixar Jesus dirigir ou colocar no caminho de Deus, muitas pessoas estão fora do caminho, disse ele.
“Quero dirigir o carro do jeito que eu quero,” disse ele, descrevendo os motoristas fora do caminho.
Mas, afinal, isso estraga o carro, ele observou.
O pastor de Grapevine, Texas, descreveu alguns dos hábitos dos namoros defeituosos ou as crenças que pessoas têm, incluindo as preocupações com um relógio biológico.
“Em desespero, muitas mulheres se casam,” reconheceu ele. “Pensamos que o casamento vai resolver todos os nossos problemas. [E] trazer contentamento. ”
Apontando para uma passagem na Bíblia, ele afirmou, “O casamento não vai simplificar a sua vida. Vai complicar sua vida.”
O casamento não é o “sonho” que as pessoas pensam que é.
Young simplesmente explicou: “Você é um pecador egocêntrico, casa com um pecador egocêntrico,” você tem filhos que também são “pecadores egocêntricos” e acaba com uma “coleção colossal de pecados egocêntricos.”
“Isto é complexo.”
Muitos também cometem o erro de colocar pressão sobre o cônjuge para curar o quebrantamento ou cada necessidade.
Mas tudo que o cônjuge pode fazer é amar e apontar para o Grande Médico – Deus.
“Se Jesus não for o número um, se Jesus não for o motor da Ferrari, vamos colocar pressão divina em seres humanos. Deus tem de suprir as necessidades mais profundas,” sublinhou.
Young foi além ao abordar as questões de infidelidade, prostituição e adultério.
A Bíblia declara cinco vezes diretamente e 23 vezes indiretamente para não fazer sexo antes do casamento, disse ele.
Com mais detalhes, usando novamente o exemplo do carro, ele pediu para os solteiros pararem na “primeira marcha” – carinho – quando estiverem namorando alguém, mesmo que queiram entrar em segunda e terceira marcha.
“A Bíblia diz para manter o sexo sexy. O sexo é bonito quando é usado no contexto em que Deus nos deu – o casamento,” ressaltou.
“Não brinque de casinha. Espere até você se casar e então Deus irá levá-lo a outro nível.”
Também expressando sua descrença na prevalência do adultério, Young explicou uma possível razão para isso.
“[É] porque as pessoas têm sido tão infiéis antes do casamento,” disse ele. “Você é infiel à diretiva de Deus, você retira as diretivas de Deus, agita seu minúsculo punho em Seu rosto, vai para fora do caminho, pulando etapas… saindo com todas essas pessoas.”
“Você? Casado? Acha que agora, vai ser fiel?”
Para aqueles cuja “a virgindade está no passado,” Young deixou claro que Deus oferece o perdão e a transformação.
“Dê as chaves a Ele,” persistiu ele, conforme pregava sobre ancorar-se na Palavra de Deus. “Vá para onde Deus quer que você vá”… Ele nos está dando a Ferrari. Eu até tuitei… Coloque as chaves para fora – “Eu tenho uma Ferrari novinha.”
“É hora de uma revolução sexual. É hora de entender que somos Ferraris. É hora de dirigir para o caminho de Deus.”
Young é conhecido por falar sobre sexo abertamente do púlpito. Ele ganhou as manchetes em 2008, pela emissão de um desafio de sexo de sete dias para os casais em sua Igreja e depois novamente em 2009 por contestar o fundador da AshleyMadison.com, um site para quem procura uma relação amorosa.
Ele disse aos pais na congregação, que estão preocupados com seus filhos ouvindo sobre sexo que eles já estão ouvindo falar sobre isso em outras fontes. E a Igreja é o segundo melhor lugar para ouvir falar de sexo, disse ele.
Fonte: Christian Post
O nome do pastor Rob Bell esteve entre os 10 assuntos mais comentados no Twitter deste sábado. São os chamado TT ou Trending Topics, que servem para medir a popularidade de um termo no microblog. Tudo por conta de uma crítica ao seu novo livro.
O teólogo Justin Taylor postou no blog The Gospel Coalition uma análise bastante negativa de Love Wins: Heaven, Hell, and the Fate of Every Person Who Ever Lived [O amor vence: céu, inferno e o destino de todas as pessoas que já viveram] que será lançado no final de março pela editora Harper One.
Bastou o pastor John Piper tuitar um enigmático “Adeus Rob Bell” com um link para o texto de Taylor para o debate começar.
Em pouco tempo, mais de 12.000 pessoas haviam “curtido” o post de Taylor no Facebook. O artigo foi comentado no blog mais de 650 vezes. Muitos defendiam Bell, enquanto outros o atacavam. O debate cresceu e, como é comum no Twitter, pessoas tuitavam sem parar, perguntando por que o pastor estava nos TTs, enquanto alguns defendiam Bell e outros defendiam Piper e Taylor. Sobrou até para o perfil @RobBell, que pertence a um artista plástico inglês que não entendeu porque estavam falando tanto em seu nome e fazendo perguntas de algo que ele desconhecia.
“Nunca vi nada parecido com isso. A explosão de tráfego testemunha o poder dos blogs para o debate teológico de hoje em dia”, disse Collin Hansen, diretor editorial do Gospel Coalition. “Mas o grande interesse pelo assunto também nos lembra que estamos lidando com vida e morte, questões de importância eterna.”
O teólogo Scot McKnight minimizou o caso: ”Ainda não vi nada parecido. A rapidez das redes sociais fez essa questão ser muito debatida… hoje. Daqui a uma semana tudo será passado… Mas preciso esperar e ver o que Rob Bell escreveu neste livro para então dar minha opinião… É lamentável que alguém da envergadura de John Piper tenha escrito uma mensagem pública de desaprovação… ele deveria ter ligado ou escrito uma mensagem pessoal”.
Com toda a atenção que Taylor recebeu, acabou reescrevendo parte do post devido às acusações de críticas excessivas a Bell e por tê-lo julgado publicamente. Assim, o teólogo preferiu eliminar a citação que encerrava a postagem: 2 Coríntios 14:15, que fala sobre Satanás tomar a aparência de um anjo de luz. Mas o tom crítico permaneceu. Em seu texto, Taylor afirma:
“É indescritivelmente triste quando os que são chamados para serem ministros da Palavra pervertem o evangelho e enganam o povo de Deus com falsas doutrinas. Mas é melhor para os que ensinam falsas doutrinas colocarem suas cartas na mesa (como faz Brian McLaren) em vez de usar uma terminologia cuidadosamente ambígua.
Fico feliz que Rob Bell tenha a integridade de colocar suas cartas na mesa ao falar sobre o universalismo. Parece que não se trata de otimismo quanto ao destino daqueles que não ouviram as Boas Novas, mas parece ser um universalismo escancarado, onde o inferno está vazio e todos se salvarão”.
Estranhamente, Taylor admitiu não ter lido todo o livro, apenas alguns capítulos a que teve acesso. Contudo, ele afirma que viu o bastante no vídeo de lançamento produzido pela editora, onde Bell afirma que ninguém pode dizer com certeza quem está ou não está no inferno.
O argumento-base de Rob Bell, que dá título ao livro, é que o amor vencerá no final. O release da editora explica:
“Bell aborda um dos temas mais controversos da fé: a vida após a morte. Ele argumenta que um Deus amoroso nunca condenaria almas humanas ao sofrimento eterno. Com sua percepção aguçada, Bell coloca o inferno em julgamento. Sua mensagem é, decididamente, que a vida eterna não começa quando morremos, começa agora. E, no final, o amor vence”.
Para os seus críticos, essa parece ser uma “confissão” de que Rob Bell está se afastando de um dos alicerces da fé cristã contida na Bíblia: a salvação apenas daqueles que creem em Jesus.
A conceituada revista Christianity Today rapidamente abordou o debate em sua edição online. A colunista Sarah Pulliam Bailey menciona que nenhuma das outras resenhas disponíveis, assinadas por Denny Burk, Alex Chadiak, ou Kevin DeYoung foram tão contudentes.
Antes de seu lançamento, muitos cristãos já estão falando sobre o livro de Bell, o que certamente garantirá vendas elevadas. Dada a influência que ele tem sobre um grande número de jovens evangélicos, é de se esperar que o debate chegue rapidamente às igrejas. Julgando pelos milhares de tuítes que o assunto já gerou (prós e contra) nos últimos dias, não será surpresa se voltar outras vezes aos TTs.
Fonte: Pavablog
O Pastor Silas Malafaia voltou a causar polêmica com suas pregações incisivas. O pastor, embasado na teologia da prosperidade, causou a ira de alguns fiéis que reclamaram na forma como o famoso líder pede dinheiro aos fiéis.
A nova polêmica aconteceu no dia 16 de Fevereiro durante a inauguração de um dos novos templos da denominação do Pastor, a Igreja Vitória em Cristo, na cidade de Araruama no Rio de Janeiro. Silas Malafaia anunciou que construirá cerca de 1000 templos da denominação no Brasil nos próximos anos.
O Pastor pregava quando lembrou que o templo em que estava havia custado R$600 mil, então afirmou que “Quem não der oferta, tudo bem. Mas não sairá daqui abençoado”.
A frase causou revolta de alguns fiéis que, acreditando que é Deus quem abençoa, deixaram a igreja imediatamente e denunciaram a pregação do pastor. Diversos sites e blogs cristãos e até ateus criticaram a atitude do líder da denominação.
O Pastor Silas Malafaia, desde que adotou a Teologia da Prosperidade, tem se envolvido em muitas polêmicas, a mais recente foi quando em entrevista chamou de idiotas os pastores que não pregam a teologia da prosperidade e que deveriam perder a credencial para pregar. Durante as eleições para Presidente do Brasil recebeu um “incentivo” para trocar seu apoio a candidata evangélica Marina Silva para o candidato pró-aborto José Serra. Em uma campanha o Pastor pediu para os fiéis ofertarem parte do dinheiro que reservam para o aluguel de suas casas e 30% de dízimo ao invés dos 10% para receber uma benção. Outra polêmica famosa foi o Clube dos R$1000, onde os fiéis deveriam doar a denominação uma quantia no mesmo valor.
Contra as constantes críticas que recebe, o Pastor Silas Malafaia afirmou não se importar com a opinião da maioria: “Líder é aquele que toma decisões baseadas em princípios e não se preocupa com a opinião da maioria“.
Fonte: Gospel+
Alguns moradores da cidade de Joplin, no Estado americano de Missouri, estão horrorizados com a campanha promovida pela igreja Ignite. Vários outdoors foram espalhados pela cidade para promover um site com o sugestivo nome MySexLifeSucks.org [Minha vida sexual é uma droga].
O lema da página é “Deus é pró-sexo. Deveria ser algo estimulante”.
As imagens estampadas no endereço de web são chamativas, um homem de jeans e camiseta, com os braços tatuados, segurando as pernas de uma mulher que tem os braços em volta de seu pescoço e as pernas em volta de sua cintura. Essa mesma imagem está na página principal da Igreja Ignite e nos outdoors espalhados pela cidade de Joplin.
Pastor da Ignite e autor da ideia, Heath Mooneyham afirma que o objetivo não é chocar, mas sim provocar a discussão. Sua igreja está promovendo uma série de estudos sobre sexo e como os casais podem ter mais relações. Ele acredita que com essa estratégia os cônjuges evitarão as tentações de pecar nessa área. Segundo Mooneyham, a proposta principal é falar sobre o amor e o propósito de Deus para os casais. E isso inclui o sexo.
“Este mês começamos uma série de pregações sobre sexo e o objetivo de Deus para ele. Estamos também tratando de assuntos como adultério e pornografia”, explica. Ele ressalta que em uma enquete no site da igreja, 86% dos que responderam não têm um número satisfatório de relações sexuais no casamento. Pensando sobre esse alto índice, ele decidiu fazer algo e desenvolveu uma série de vídeos abordando as estatísticas existentes sobre o assunto.
“Essa realmente é uma das questões principais que está arruinando casamentos. Os insatisfeitos correm maior risco de adultério, são mais suscetíveis à pornografia e isso quase sempre leva ao divórcio”, disse Mooneyham. “Embora algumas pessoas pensem que estamos erotizando a igreja, o que tentamos fazer é ajudar as pessoas em seus relacionamentos conjugais. Os outdoors que colocamos na cidade podem mostrar pessoas em poses sexuais, mas são pessoas casadas”, garante.
Muitos dos moradores de Joplin discordam. “Não gostaria de levar meus filhos a uma igreja que usa uma placa de publicidade envolvendo sexo. Nossos filhos vão olhar para esse outdoor e dizer ‘Mamãe, o que isso significa?’ e são os pais que terão de explicar depois”, reclama Veronica Warren, moradora da cidade.
Um dos outdoors está perto do restaurante Sonic, voltado para o público infantil. Para Warren, isso é constrangedor. “Você chamou atenção das pessoas, mas as deixou loucas da vida”, disse ela.
A intenção da igreja de Mooneyham não é deixar as pessoas irritadas, mas chamar a atenção para o assunto. “A cidade está dividida sobre o assunto. Vivemos na região sul do país, a mais conservadora. Alguns entraram em pânico. Mas nossa congregação entende a mensagem por trás disso tudo”, defende-se o pastor.
Apesar das restrições de algumas pessoas quanto ao que a igreja está fazendo, Mooneyham afirma que atualmente as crianças já estão expostas ao sexo desde cedo. Para ele, “se isso vai acontecer, prefiro que aprendam sobre o assunto na igreja. Deus criou o sexo e não se assusta com isso. Não vejo por que deveríamos nos assustar”, conclui o pastor.
Fonte: Pavablog
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