Criado e dirigido pelo ministério do televangelista Pat Robertson, o canal de TV a cabo Christian Broadcast Network (CBN) noticiou na semana passada que o Brasil está experimentando um avivamento sem precedentes. Ressaltando a projeção que em 2020 os evangélicos serão 50% da população, a reportagem destaca ainda as muitas horas de programação cristã transmitidas todos os dias por diversos canais da TV aberta e a cabo.
Entre os argumentos da matéria está o grande número de pessoas que frequenta igrejas como a Batista da Lagoinha, em Belo Horizonte, que hoje conta com cerca de 35.000 membros. Também mostra que gravações dos DVDs do ministério Diante do Trono conseguem reunir mais de um milhão de pessoas.
Mostra ainda que apóstolos e evangelistas com ministérios que incluem sinais e maravilhas elegeram o Brasil como o local de maior mover de Deus. Randy Clark da rede Apostólica Global Awakening, por exemplo, tem usado suas viagens ao país para, segundo ele mesmo, “treinar crentes americanos comuns a mover-se em meio a milagres”. Ele conta que as pessoas estão pagando milhares de dólares para viajar até o Brasil apenas para orar por pessoas pedindo cura.
O apóstolo acredita que o cristianismo cheio do Espírito irá “derrotar o humanismo e o ateísmo por causa das demonstrações de poder desse avivamento”. Durante décadas, a Índia e algumas nações africanas eram usadas como “campos de treinamento” desse tipo de missionários. Parece que hoje o país se tornou uma potência emergente também para a religião.
A CBN afirma que o avivamento brasileiro é o que há de melhor no cristianismo do século 21. A reportagem destaca ainda que os cristãos brasileiros aprenderam a votar e que isso tem levado a inúmeras mudanças na sociedade brasileira. Conclui ainda que os evangélicos brasileiros aprenderam a mudar o mundo a sua volta. “As taxas de crime têm diminuído. Podemos ver mudanças políticas acontecendo. O Senhor toca o governo de uma cidade e são tomadas decisões que beneficiam toda a população”, explica Mike Shea, canadense radicado no Brasil.
Entre as figuras de destaque da reportagem, com declarações que confirmam o avivamento brasileiro, estão Mike Shea, do ministério Casa de Davi (PR), e Márcio Valadão, da Lagoinha (MG). Esta última, inclusive, é apontada como o “berço do avivamento que varre o país”, pois mais de uma centena de pessoas une-se a essa igreja a cada semana.
Mike Shea tem feito uma série de posts no blog da Casa de Davi, com o título “Brasil tu és o escolhido”, demonstrando sua convicção de que o país que adotou tem lugar de destaque no plano divino. Escreve Shea: “Lembrei-me da palavra que preguei em São Paulo em 2003: ‘tudo que pode ser abalado, será abalado’. Naquele momento, peguei cinco tijolos, representando os ministérios de apóstolos, profetas, evangelistas, pastores e mestres, e ‘marreta neles’. Disse que Deus estava querendo destruir o que não se alinhava com a edificação de sua casa e que nossos ministérios iriam passar por uma grande ‘reforma’ da parte de Deus. Mal sabia o que iria acontecer dentro de poucos meses! Casa de Davi é um ministério profético que tem a característica de ser ‘sinal e símbolo’. Vejo a mão de Deus disciplinando e corrrigindo um ministério profético. E, como ‘sinal e símbolo’, digo que o mesmo está por acontecer em toda a igreja”. O que é uma referência clara ao escândalo envolvendo Davi Silva, um dos líderes da Casa de Davi.
A versão brasileira do site de Randy Clark traz testemunhos similares: “Em 2010 realizamos nosso nono Power Invasion em Curitiba (PR) pelo segundo ano consecutivo. Colhemos muitos frutos, muitas curas, inclusive de cegos, paralíticos e surdos que recebiam oração tanto nas igrejas onde nossos jovens cheios do poder ministraram quanto nas ruas onde oravam pelos estranhos que passavam. Estávamos orando na rua e dois jovens vinham andando pela calçada. Vi que um deles mancava, andando tipo “tá fundo tá raso” (risos), daí eu o parei e disse: ‘escuta, sou cristão e creio que Deus pode curar sua perna; posso orar por você?’. O jovem imediatamente disse que sim. Eu e meu amigo oramos uns cinco minutos e diante de nossos olhos a perna do jovem cresceu. Ele ficou pulando feito louco, chorando de alegria. Ele e seu amigo entregaram a vida a Jesus e foram conosco pro culto aquela noite”.
Reproduzida em dezenas de sites norte-americanos, a matéria da CBN colabora para o fortalecimento da teologia dominionista, que reivindica o poder e o domínio do planeta para os cristãos nas próximas décadas. Segundo vários líderes, o Brasil será uma das primeiras nações a presenciar isso.
Fonte: Pavablog
Alessandro Rosa Vieira, mais conhecido como Falcão, nasceu em São Paulo, no dia 8 de junho de 1977, é o jogador brasileiro de futebol de salão. Ganhou o apelido em homenagem ao ex-jogador de futebol de campo Paulo Roberto Falcão, que jogou no Internacional de Porto Alegre, Roma e São Paulo.
Iniciou sua carreira no futsal defendendo o Corinthians no ano de 1992. Sua incrível habilidade logo lhe rendeu uma vaga na Seleção. Em 2004, Falcão foi eleito pela FIFA como o melhor jogador de futsal do mundo.
Após uma breve passagem pelo futebol de campo, inclusive com participação na Copa Libertadores de 2005 pelo São Paulo Futebol Clube, Falcão retornou as quadras e atualmente defende a equipe do Santos.
Este Falcão campeão e eleito o melhor do mundo se converteu ao evangelho e conta como foi esta experiência e como está sua vida…
Nada aconteceu de extraordinário que me levasse a Jesus, foi uma necessidade que senti quando visitei uma igreja. Foi um momento especial, onde cada palavra daquela noite mostrou-me coisas que eu não conhecia e dando vontade de voltar e nunca mais sair.
Antes disso, minha vida era vazia, onde o que valia para mim era fama. E dentro disso acabava tratando a vida com valores inexistentes. Depois que tive um encontro com Cristo tudo mudou, hoje os meus valores são outros, vejo o ser humano de forma diferente aprendendo que somos todos iguais, perante o Senhor.
Quando conhecemos a Jesus Cristo, aprendemos que a nossa vida é muito vazia sem o Senhor. E que com Jesus Cristo tudo se torna fácil de renunciar.
Na minha vida profissional as atitudes mudaram naturalmente, pois, continuo cobrando do árbitro, mas com palavras respeitosas e durante a partida acontecem coisas naturais de jogo que hoje eu encaro de forma diferente. Também houve uma grande melhora no número de cartões.
No meu grupo de trabalho a aceitação da minha nova vida, como cristão, foi grande e o respeito também. Todas as pessoas têm o interesse de saber o porquê da minha mudança. Devagar vou trazendo-os para conhecer a nossa abençoada Comunidade para que possam ser abençoados como eu e minha família estamos sendo.
Atualmente, eu me considero uma pessoa totalmente feliz, pela família que eu tenho e por ter conhecido a Jesus Cristo como Senhor e Salvador da minha vida.
Para o futuro, meu desejo é conhecer cada vez mais a palavra de Deus e tenho certeza de que tudo acontecerá naturalmente.
Para as pessoas que desejam seguir a Cristo e não encontram força para prosseguir em frente a sua decisão, eu peço que elas apostem na salvação em Cristo, pois, eu vivo esta experiência e tenho a certeza que é o melhor caminho.
Fonte: Atletas de Cristo
Se os homossexuais têm a sua PL-122, os heterosseuxais acabam de ganhar um projeto lei novinho em folha. Trata-se da PL-7382/2010 proposto pelo deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que penaliza a discriminação a heterossexual em até três anos de prisão.
O tal projeto visa contrapor-se a PLC-122/06, apelidada por alguns evangélicos de ditadura gay, que prevê punição equivalente em casos de homofobia. Segundo o nobre deputado, “o Poder Executivo, dentro de sua esfera de competência, penalizará os estabelecimentos comerciais e industriais e demais entidades que, por atos de seus proprietários ou prepostos, discriminem pessoas em função de sua heterossexualidade”, diz no texto do projeto.
Cunha também diz que será punido aquele que “impedir ou restringir a expressão de afetividade em locais públicos ou privados abertos ao público”.
O deputado Eduardo Cunha foi um dos que votaram contra na votação que beneficiaria a classe trabalhadora brasileira, com um aumento do salário mínimo para R$600. O nobre deputado, cujo slogan de campanha é “o nosso povo merece respeito”, é pivô de um escândalo envolvendo a estatal FURNAS, um golpe de R$ 73 milhões.
Para o Bispo e conferencista Hermes Fernandes o projeto pode ter um outro pretexto: “Até que ponto a tal PL proposta por Cunha não seria mais uma cortina de fumaça? Parece melhor para sua imagem estar envolvido numa controvérsia entre gays e heteros, do que ter seu nome ligado a um escândalo de corrupção”.
Fonte: Gospel+
Com informações de Genizah Virtual
Uma entrevista publicada pelo jornal Folha de São Paulo mostrou o lado cristão do jogador Rivaldo, que voltou ao Brasil para jogar com a camisa 10 do São Paulo Futebol Clube. Aos 38 anos o jogador conta como se converteu e faz declarações sobre bebida, fama, dinheiro, divórcio e claro sobre futebol.
O jogador é evangélico, se converteu em 2004 após uma experiência com Deus dentro de seu carro. Rivaldo tem cinco filhos, dois com Rose, com quem foi casado de 1994 a 2003. E os outros três, nascidos na Grécia, com Eliza, sua atual mulher. A família da sua atual esposa é toda evangélica e foi por intermédio dela que ele aceitou a Cristo. Em 19 de abril de 2004, data do seu aniversário, Rivaldo estava voltando de Mogi Mirim e há 20 dias ouvia vozes dizendo que ele morreria em um acidente de carro.
“Tava voltando de Mogi Mirim e ouvi: ‘É hoje, é hoje que você vai morrer’. Eu vinha na [rodovia dos] Bandeirantes, sempre na última pista, para ficar bem longe de caminhão. Mas também ouvia: ‘Se você me aceitar, não morre’. Cheguei no apartamento e disse pra minha esposa: ‘Hoje eu quero aceitar Jesus’. Ela pegou a Bíblia, orou comigo e aí nunca mais escutei aquilo. Se eu já conhecesse Jesus, jamais teria me separado, porque Deus é contra o divórcio”, contou ao repórter da Folha.
Rivaldo disse que quando seu primeiro casamento chegou ao fim na época que ele estava jogando no Milan e chegou a ser considerado o pior jogador da Itália. Ele acredita que o divorcio tenha mexido com a sua estrutura emocional. “Uma separação sempre é difícil, especialmente por causa das crianças, que voltaram pro Brasil. Você está bem para jogar, mas não tem cabeça. Não gosto de dar como desculpa, mas se perguntar a especialistas nesse lugar [aponta a cabeça], elas dirão que afeta um pouco”, relatou.
O repórter chegou a perguntar por que ele pediu para não fazer comercial de bebidas e cigarros e o que ele acha sobre o Ronaldo e o Mano Meneses que aceitaram fazer. A resposta foi pessoal sem fazer comentários contrários aos atletas que aceitam esses trabalhos. “Podem me pagar uma fortuna que eu não faço, mas cada um é cada um. Nunca vou criticar o Ronaldo, o treinador, o Cafu, esses que estão fazendo. Procuro ver o meu lado e eles procuram ver o deles”, comentou Rivaldo. Em 1994 ele chegou a aceitar ser garoto propagando de um comercial da Brahma e hoje ele se arrepende, apesar de, na época, ter recebido um cachê alto. “Hoje eu vejo como um erro, mas estava com 20, 21 anos. Graças a Deus, eu superei isso, porque nunca bebi, nunca fumei. Sou um atleta e quero ser um exemplo, principalmente para as crianças que gostam de esporte. Tenho meus 38 anos e estou jogando futebol, e isso pode servir de exemplo”, diz.
Fonte: Exibir Gospel
Maior partido considerado de oposição na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), com nove deputados, o PR passa por uma crise que, além de política, tem contornos religiosos e familiares. Evangélico da Igreja Presbiteriana, o presidente da legenda, Anthony Garotinho — pai da deputada estadual Clarissa —, mede forças com Silas Malafaia, pastor da Igreja Vitória em Cristo, irmão de Samuel, que também está na Alerj.
Os problemas começaram ainda na eleição de 2010. Silas se queixou de que o irmão não tinha espaço na propaganda eleitoral, causando mal-estar no partido. Na época, Clarissa Garotinho ficou com a maior parte do tempo.
Com as eleições, Anthony Garotinho foi o deputado federal mais votado do Rio, com 694 mil votos. Sua filha teve 118 mil. Ela, porém, não superou Samuel Malafaia, deputado estadual do PR mais votado nas eleições estaduais, com cerca de 130 mil votos.
Os desentendimentos no PR continuaram com a eleição para a presidência da Assembleia. Apenas Clarissa votou contra Paulo Melo, enquanto os outros oito deputados votaram a favor do peemedebista. Samuel Malafaia, inclusive, compôs a chapa, com a vaga da 1ª suplência da Mesa Diretora. Samuel afirma que Garotinho pode perder bastante com o eleitor evangélico. “Ele se tornou evangélico há pouco tempo. Nós já somos há muito tempo. O deputado estadual Édino Fonseca, por exemplo, também é evangélico e integra o grupo que votou com Melo”, afirmou. Ele acredita, porém, que os desentendimentos no partido sejam desfeitos.
Secretário-geral do PR e homem de confiança de Garotinho, Fernando Peregrino diz que o aliado não está ameaçado de perder a confiança dos evangélicos. “Os evangélicos não votam em apenas um candidato. Essa é uma crise de crescimento do partido”.
O cientista político Ricardo Ismael, da PUC-RJ, acredita que a recente crise do PR não seja sinônimo de enfraquecimento de Garotinho dentro do partido. De acordo com ele, o deputado federal ainda é a maior força da legenda, apesar de suas orientações não terem sido seguidas pelos deputados da Alerj.
“Ele, com certeza, é uma força dentro do PR, pois foi o deputado mais votado do Rio e levou com ele outros parlamentares”, afirmou o cientista político. Ismael ainda ressalta que as eleições municipais de 2012 serão uma prova de fogo para Garotinho. “A pretensão dele é concorrer ao governo estadual em 2014. Por isso, precisará do apoio de muitos prefeitos na campanha”, analisa.
Fonte: O Dia
O pastor, escritor, conferencista e poeta Ricardo Gondim, nacionalmente conhecido por suas pregações inteligentes e críticas, postou um texto em seu blog dizendo que o país entrará em decadência caso seja governado totalmente por evangélicos. A crítica, explicada no texto, não se refere ao cristianismo, mas sim à religião. Ricardo Gondim descreveu cenas prevendo ações dos evangélicos.
Segundo ele o país se tornará chato, entendiate e repressor. Até mesmo mais ditador que outros regimes, pois a religião evangélica está longe de ser algo livre. ”E a esse movimento não interessa que haja um veloz crescimento entre católicos ou que ortodoxos se alastrem. Para ‘ser do Senhor Jesus’, o Brasil tem que virar ‘crente’, com a cara dos evangélicos”, escreveu o pastor.
Algo grave que iria acontecer seria inibição da criatividade, já que muitos poetas, escritores, cientistas e músicos seriam reprimidos e as teorias já existentes seriam ignoradas, elevando o grau de desconhecimento e percepções sobre o mundo.
“Um Brasil evangélico significaria o triunfo do ‘american way of life’, já que muito do que se entende por espiritualidade e moralidade não passa de cópia malfeita da cultura do Norte. Um Brasil evangélico acirraria o preconceito contra a Igreja Católica e viria a criar uma elite religiosa, os ungidos, mais perversa que a dos aiatolás iranianos”, afirmou Gondim.
A crítica refere-se principalemente à importação dos usos e costumes estadunidenses, pois muito da cultura de lá é copiada em algumas igrejas brasileiras, ignorando a própria cultura desse país. O texto segue falando da repressão aos católicos, pois se os evangélicos fossem maioria poderia até existir uma nova “Guerra Santa”.
Ele comentou que prefere ler textos de Gabriel Garcia Márquez, do Mia Couto, do Victor Hugo, do Fernando Moraes, do João Ubaldo Ribeiro, do Jorge Amado a qualquer livro da série “Deixados para Trás” ou do Max Lucado. Embora Gondim tenha criticado de forma sutil os livros de Max Lucado, muitos de seus livros foram publicados pela MK editora, a mesma que detém direitos para tradução e publicação de alguns livros de Lucado.
Gondim é presidente nacional da igreja Assembléia de Betesda, que do hebraico significa “Casa da Misericórdia”. Sua trajetória na fé iniciou em uma igreja Presbiteriana e mais tarde passou a participar da Assembléia de Deus, depois foi para a Assembléia de Deus Betesda. Sua jornada como pastor tem gerado muita polêmica pois é contra a teologia da prosperidade e maldição hereditária. Entre os calvinistas já foi apontado como herético, por sua visão é de se afastar da religiosidade. Já escreveu 21 livros que em sua maioria tenta responder dúvidas de muitos cristãos e que em suma falam de um relacionamento aberto com Deus.
Em seu texto crítico à regência evangélica no Brasil concluiu sintetizando sua ideia central. ”Levar a boa notícia não significa exportar uma cultura, criar um dialeto, forçar uma ética. Evangelizar é anunciar que todos podem continuar a costurar, compor, escrever, brincar, encenar, praticar a justiça e criar meios de solidariedade; Deus não é rival da liberdade humana, mas seu maior incentivador”.
Fonte: Gospel+
Durante a audiência pública para discutir o aumento da tarifa do transporte público em São Paulo, realizada na Câmara Municipal neste sábado, o vereador Carlos Apolinário (DEM) foi chamado de fascista pelos estudantes.
Os manifestantes protestaram usando palavrões, porque, segundo eles, o tempo destinado aos estudantes menor do que o dos vereadores.
Um estudante gritou que os vereadores “falavam m… o tempo inteiro”. Apolinário repreendeu os estudantes e disse que “se houvesse esse tipo de manifestação novamente pediria para a Polícia Militar retirar os estudantes”. Foi quando os manifestantes, revoltados, o chamaram de “fascista”.
A audiência teve início às 9h30, com a presença do secretário de Transportes, Marcelo Cardinale Branco. Os estudantes protestam contra o reajuste da passagem de ônibus que foi de R$ 2,70 para R$ 3 – aumento de 11%.
Em seguida, Carlos Apolinário falou na tribuna sobre dois projetos de lei que foram vetados pelo prefeito Gilberto Kassab (DEM): o primeiro, de 2004, defendia a gratuidade da passagem para estudantes; o outro, de 2006, propunha que o aumento da passagem fosse votado diretamente pelo plenário da Câmara, sem depender apenas de decreto do prefeito.
Segundo ele, se fosse assim e a Câmara votasse a favor, a gratuidade na passagem para os estudante poderia ser votada na terça-feira (15) e passaria a valer no dia seguinte.
Fonte: Folha Online
Na Copa do Mundo em 2009 o evangélico Felipe Melo ficou com fama de mal após utilizar um suposto excesso de violência nas partidas, por outro lado Hernanes é conhecido por ser extremamente exemplar, calmo e inteligente, mas nesta última quarta-feira o jogadores se pareceram muito após o meia dar uma solada no peito do adversário após seu companheiro de equipe ter levado um chapéu (lençol em alguns estados).
O profeta, como é conhecido, foi expulso na hora, ainda no primeiro tempo do amistoso. Por mais que alguns achassem exagero e que provavelmente a falta foi sem intenção, o juiz não ligou para as reclamações e cumpriu a regra a risca.
Inconformado, o ex jogador do São Paulo argumentou: “Eu achei um pouco rigoroso, foi a minha primeira falta no jogo. Os dois levantaram a perna até uma certa altura, o Benzema acertou a bola primeiro e eu acertei o peito dele. Não foi intencional e o árbitro poderia ter levado isso em conta”, mas admitiu: “O lance ficou parecendo um golpe” e completou: “infelizmente, aconteceu essa infelicidade. A gente tem aprendido com esses pequenos vacilos”. A última expulsão de Hernandes foi no começo de 2010.
No twitter o agora jogador da Lazio, da Itália, é frequentemente avacalhado e comparado ao lutador de vale-tudo Anderson Silva que nocauteou com um chute parecido o também lutador e evangélico Vitor Belfort em um confronto na último fim de semana. “O Hernanes quebrou 3 costelas do Benzema, ele pode pedir música no Fantástico”, afirmou um twitteiro.
Hernanes é chamado de Profeta por sempre em suas entrevistas coletivas utilizar frases de efeito e falar bastante sobre Deus e a Bíblia. Algumas de suas frases mais famosas do jogador são “Teve uma vez que o São Paulo estava mal e não ganhava. Mas os adversários também não. Então, eu disse: Deus parou o sol, a lua e o universo para que vencêssemos essa batalha. É uma passagem de Josué” e “O homem que fala e não faz é igual à nuvem que não traz chuva”.
Fonte: Gospel+
Um em cada quatro senadores deixou de comparecer o equivalente a um ano de mandato nas sessões de votação na atual legislatura. Levantamento exclusivo feito pelo Congresso em Foco revela que 21 senadores estiveram ausentes a mais de 110 das 430 sessões deliberativas realizadas pelo Senado. Nesse período, a Casa realizou em média 108 sessões ordinárias por ano. Ou seja, entre fevereiro de 2007 e dezembro de 2010, eles não registraram presença em mais de um quarto das reuniões do plenário. Juntos, esses senadores acumularam 2.807 ausências. Foram 2.028 licenças para faltar e 779 ausências sem justificativa.
A relação dos mais ausentes na legislatura é heterogênea. É encabeçada por Magno Malta (PR-ES), presidente da CPI da Pedofilia, pelo ex-presidente da República Fernando Collor (PTB-AL) e pela ex-candidata à Presidência Marina Silva (PV-AC). Magno Malta teve 166 ausências; Collor, 164, e Marina, 162. Entre eles, apenas Marina se valeu por determinado período de licença para tratar de assuntos particulares, modalidade pela qual o senador deixa de receber, sem implicar ônus para o contribuinte. Os dados fazem parte de pesquisa feita pelo Congresso em Foco com base em informações oficiais do Senado.
O estado de Alagoas, de Collor, é o único a ter toda sua bancada na lista dos mais ausentes da legislatura. Fazem companhia ao ex-presidente os também alagoanos Renan Calheiros (PMDB) e João Tenório (PSDB). Santa Catarina e Paraíba têm dois representantes. Completam o grupo senadores de Pernambuco, Espírito Santo, Acre, Ceará, Sergipe, Maranhão, Roraima, Rio de Janeiro, Tocantins, Pará, Rondônia, São Paulo, Bahia e Rio Grande do Norte. Os oposicionistas PSDB e DEM puxam o ranking dos senadores com mais ausências: são cinco tucanos e quatro do Democratas.
Pelas regras da Casa, os senadores têm direito a justificar suas faltas por meio de licenças, como prevê o regimento interno (artigos 13, 39 e 40). Basta o encaminhamento de um ofício. São três tipos: licença por atividade parlamentar ou missão política; licença por motivos de saúde, e licença para tratar de interesse particular. Dessas, apenas a licença por interesse particular significa desconto na folha de pagamento do senador (o chamado ônus remuneratório). Nas demais, mesmo ausente, o parlamentar continua recebendo seus vencimentos.
A Constituição Federal determina que senadores, bem como deputados, devem comparecer a, no mínimo, dois terços das sessões ordinárias. A exceção são as licenças, que podem ser justificadas por motivo de saúde, interesse particular ou missão política. Caso ultrapasse o limite constitucional, o parlamentar faltoso pode enfrentar processo de perda de mandato na Corregedoria do Senado.
Todos os 21 senadores que figuram na lista dos mais ausentes na legislatura foram procurados pelo site, para justificar as ausências. Apenas três, no entanto, responderam aos contatos feitos pelo Congresso em Foco: o senador Magno Malta (PR-ES), a senadora Patrícia Saboya (PDT-CE) e João Durval (PDT-BA).
O senador Magno Malta, após a publicação da primeira versão desta reportagem, enviou nota para o site em que afirma que as suas ausências aconteceram em consequência da sua atuação na CPI da Pedofilia. Segundo Malta, ele faltou às sessões para fazer oitivas nos estados para a CPI. Leia abaixo a nota do senador:
“Eu viajei por diversos estados brasileiros nas oitivas da CPI da Pedofilia. Estive ausente no plenário, mas presente com intenso trabalho combatendo drogas, abusos contra crianças e acompanhando diversas prisões de criminosos influentes. Preferi deixar de ouvir os pronunciamentos, muitas vezes de pouca importância para o meu Estado, para combater um mal muito maior e mais grave.
Tenho consciência de que trabalhei mais para a nação combatendo criminosos do que marcando ponto no plenário. Minhas ausências foram justificadas. E nesta nova legislatura pretendo correr todo o Brasil debatendo a redução da maioridade penal. É uma luta dura, mas vamos para o enfrentamento com coragem.
Nos últimos três anos, várias oitivas, nas mais diversas cidades brasileiras, estenderam aos sábados e domingos, privando-me do gozo de minha família. Mas o importante foi que o próprio eleitor reconheceu meu trabalho e fui reeleito com expressiva votação no Espírito Santo. Respeito o Congressoemfoco, jornal eletrônico que goza de credibilidade em todo o Brasil e que merece minha atenção. Esclareço, com absoluta certeza, que trabalhei intensamente nesta legislatura honrando o voto do eleitor capixaba, que acredita na minha luta por um Brasil com cada vez mais justiça social”.
Atenciosamente,
Senador Magno Malta”
Fonte: Congresso em Foco
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