O governo Obama afirmou que não vai mais defender a constitucionalidade de uma lei federal que proíbe o reconhecimento do casamento entre pessoas do mesmo sexo.
O secretário de Justiça, Eric Holder, disse que o presidente Barack Obama concluiu que a administração não pode mais defender o Ato de Defesa do Casamento, a lei que define que a única forma de casamento possível é entre homem e mulher.
Ele lembrou que o debate no Congresso que levou à aprovação do ato “contém numerosas expressões que refletem reprovação moral a gays e lésbicas e suas relações íntimas e familiares – precisamente o tipo de pensamento baseado em estereótipos e espírito que a Cláusula de Proteção das Igualdades (da Consetituição) está aí para impedir”.
O Departamento de Justiça vinha defendendo o ato em tribunais até agora.
“Boa parte do panorama legal mudou nos últimos 15 anos desde que o Congresso passou o ato”, disse Holder em um comunicado. Ele notou que a Suprema Corte decidiu que leis criminalizando a conduta homossexual são inconstitucionais e que o Congresso rejeitou a política militar do ‘don’t ask, don’t tell’.
Holder escreveu ao presidente da Câmara, o republicano John Boehner, explicando que Obama concluiu que o ato fracassa e não tem rigor suficiente para ser usado por tribunais, e que as cortes observam com suspeita leis que dizem respeito a grupos minoritários e que sofreram uma história de discriminação.
Em uma entrevista em dezembro passado, Obama revelou que sua posição sobre o casamento gay estava “constantemente evoluindo”. Ele inicialmente se opunha a esse tipo de casamento, mas apoiava uniões civis para casais de gays e lésbicas.
“Isso é algo que vamos continuar a debater, e eu pessoalmente vou continuar lutando para seguirmos adiante”, disse ele à época.
Fonte: G1
Todo ano, existe um prêmio chamado Movieguide Faith and Values Awards (Prêmio de Fé e Valores no Cinema) cedido aos filmes que mais se enquadram nos preceitos cristãos. E quem ganhou na edição deste ano, que corresponde aos filmes exibidos em 2010, foi Crônicas de Nárnia: A Viagem do Peregrino da Alvorada.
Outros dois filmes também foram reconhecidos como as produções mais cristãs do ano passado: Toy Story 3 e Secretariat, ambos da Disney.
A instituição também divulgou um “balanço positivo” nas bilheterias dos filmes que sustentam a fé cristã. Segundo a Comissão do Cinema e TV Cristãos, filmes com mensagens pró-ateístas lucraram US$ 6,6 milhões, enquanto filmes com “forte moralidade bíblica” conseguiram US$ 78 milhões.
Fonte: Terra
Anthony Hopkins, ator americano conhecido pelo seu desempenho como o assassino canibal Hannibal Lecter, esteve no programa de Piers Morgan, da CNN, para falar sobre sua carreira e sobre o dia em que decidiu acreditar em Deus.
Em um determinado momento do programa a apresentadora perguntou, “Você acredita em Deus?” E Hopkins respondeu: “Sim, eu creio. Eu creio”. O ator explicou que cerca de 35 anos atrás, ele sentiu a necessidade de Deus, enquanto estava passando por uma crise e orava a Ele mesmo que nessa época se considerasse ateu.
Hopkins disse que naquela época vivia em Nova York, e tinha um problema com a bebida que era tão grande que quase se sentia como se estivesse possuído. “Era como estar possuído por um demônio, um vício, e eu não conseguia parar. E milhões de pessoas ao redor desse jeito. Eu não conseguia parar”.
Desesperado, ele pediu ajuda a uma mulher que disse a ele que apenas confiasse em Deus. “E eu disse, bem, por que não? E foi um salto quântico a partir daquele momento.”
O último papel interpretado por Anthony Hopkins foi uma padre exorcista no filme “O Rito”. Na entrevista ele revelou que estava nervoso sobre aceitar o papel que mais uma vez descreveu-o como um “esquisito”. Ele disse: “Eu olhei o roteiro e eu pensei que eu não queria fazer outro estranho, porque eu não sou. – não estava completamente convencido”.
Fonte: Gospel Prime
“Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo que… nos regenerou para uma viva esperança mediante a ressurreição de Jesus dentre os mortos.” 1Pe 1:3
Há um ditado popular que diz: “a esperança é a última que morre.” Para o crente, esta afirmação não é verdadeira. Para o Cristão, a esperança que tem nunca morre, pois está fundamentada na ressurreição de Jesus dentre os mortos. Daí ela ser tão viva e eterna quanto o é o nosso Salvador.
Recentemente, uma pesquisa foi feita para inquirir sobre o otimismo da população. Perguntados sobre como viam o futuro, 83% das pessoas disseram estar desesperançadas, enquanto um dos entrevistados, num extremo de pessimismo, disse que não via futuro algum para ele. Nos dias em que Pedro escreveu esta carta, a situação era igualmente difícil. Se as pessoas não estavam morrendo de fome e sede, como tantos hoje estão, as pessoas estavam morrendo em guerras, perseguições e de enfermidades sem qualquer tratamento médico. Foi para estes Cristãos, perseguidos e desesperançados, e, sem dúvida, para os Cristãos pessimistas de hoje, que Pedro ainda fala.
Eu não sei que problemas e dificuldades você possa estar enfrentando, mas uma coisa posso lhe afirmar: Há esperança! Uma viva esperança que vê além da provação. Há uma esperança que, ao mesmo tempo reconhece a dificuldade e intensidade do problema vivido, vê além da tempestade, onde se acha a bonança reservada para aqueles que temem a Deus. Enfim, uma esperança que não morre, mas celebra, com gozo, a expectativa gloriosa de uma eternidade no céu com Cristo.
Oração:
Pai, eu te louvo, porque estava sem esperança e sem a Tua pessoa na minha vida, mas, mediante Teu Filho, tenho hoje uma viva esperança. Em nome de Jesus. Amém.
Fonte: ChristianPost
“Amar o homem mau” pode deixar alguns Cristãos desconfortáveis de maneira que os obriga a reexaminar se eles são realmente seguidores de Cristo, ou se simplesmente falam.
Será que você realmente perdoa o seu estuprador? E você realmente ficaria com o bebê concebido através de estupro?
Essas são apenas algumas das questões que o próximo filme apresenta.
O ator Stephen Baldwin participou de um debate após a exibição de “Amar o Homem Mau” no campus Prison Fellowship Lansdowne, Virginia, quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011. É “chamar as pessoas para realmente olhar para quem está em Cristo,” disse o ator Stephen Baldwin na última seleção.
“Amar o Homem Mau,” um projeto de Stone Bridge Filmes e Eastlake Filmes, que tem até agora sido exibido diante de mais de 5.000 pessoas. O filme foi recentemente apresentado pela Prison Fellowship em Lansdowne, Virginia.
Durante um painel de discussão na quarta-feira, Baldwin, que interpreta McQuade, o líder nefasto dos skinheads, disse que o filme não é evangelístico por natureza. Mas ele sugeriu que ele teve o significado de condenar aqueles que se dizem Cristãos.
“É um filme que … não é brincadeira. Estamos vivendo em uma época em que se você está brincando com a sua fé, você vai ser responsabilizado,” disse o ator, que se tornou um Cristão cerca de uma década atrás.
O filme segue Julie Thompson (Christine Kelly), uma mulher de 23 anos, que parece ser uma pessoa de fora de sua família como uma cristã conservadora. Seu pai é o sempre cético, seu irmão mais novo é um DJ que muitas vezes zomba de sua vida cristã devota, e sua mãe parece ser um cristã, mas menos dedicada.
Thompson, uma virgem, é estuprada por Mike Connor (Arturo Fernandez), que tem um histórico criminal, e fica grávida de seu bebê. Os eventos parecem ser um teste para a fé de Thompson, bem como de sua família – pelo menos de sua mãe.
O filme não retrata a luta real que Thompson passa por chegar à conclusão de perdoar seu estuprador, que agora está na cadeia. Mas isso mostra como ela não escolhe abandonar suas crenças e praticar o mandamento bíblico de amar seu inimigo e perdoar aqueles que pecam contra ela como Deus a perdoou.
Nem uma única vez Thompson não compromete a sua fé, o mesmo não se pode dizer de sua mãe.
“Deus iria entender” é tudo que a mãe (interpretada por Kim Ostrenko) poderia dizer a ela enquanto ela sugere a sua filha abortar o bebê.
A família de Thompson está igualmente chocada ao descobrir que ela estava visitando Connor na prisão com o filho.
“É fácil dizer que você perdoa alguém,” diz Thompson no filme. “Eu fui perdoado, eu preciso perdoar.
“Eu não quero ajudar as pessoas, porque isso me faz sentir bem comigo mesmo.”
Tom Conigliaro, produtor executivo do filme e cuja ocupação é diretor da Goldman Sachs, salientou que o filme não é sobre o estupro, mas mais sobre o que acontece em seguida.
Quando ele recebeu o roteiro do diretor Peter Engert, ele disse que estava confiante de que a mensagem de “perdão e redenção sob as circunstâncias mais extremas” teria um impacto nas pessoas.
Já várias pessoas, como resultado de ver o filme, optaram por perdoar uma pessoa que pensavam que nunca iria perdoar.
“Talvez essa seja a razão por que fiz esse filme. Talvez tenha sido a convocação, para ajudar este indivíduo, cuja vida está, potencialmente mudada para sempre,” disse Conigliaro.
Baldwin acrescentou: “Independentemente de quão grande o filme comece e como ele se torna bem sucedido no mundo natural, isso não importa, é já um enorme sucesso porque já está tocando muitas vidas.”
“Eu não tenho nenhuma expectativa de ‘Amar o Homem Mau” no mundo secular, mas eu tenho uma confiança no Deus maravilhoso como o filme vai impactar o corpo de Cristo e de lá como o corpo terá então o impacto secular,” disse ele.
Refletindo sobre sua vida de fé atual, Baldwin disse ao The Christian Post que caminhar com Jesus e crescer como um crente é algo que leva uma vida inteira.
“É algo que você não deve ter muita uma expectativa de ver as coisas acontecerem ou a ver as coisas acontecerem espiritualmente em sua caminhada com o Senhor muito rapidamente,” elaborou ele.
Gastar tempo em oração e leitura da Bíblia diariamente é crítico, indicou o ator.
“É nesse compromisso que eu creio que Deus derrama o Seu Espírito Santo em sua vida mais e quando isso acontece é quando você sabe que a experiência é muito real e que normalmente é uma experiência muito mais rica, mais frutífera do que qualquer outra coisa,” recomendou ele.
Fonte: Christian Post
Dois cadeados separam Aid Gabala Samuel das ruas do Cairo. Em seu apartamento, com a segurança da porta reforçada, protege-se das manifestações que ocorrem ao seu redor. Do lado de dentro, respira-se a preocupação com o futuro do país. Aos 41 anos, Samuel, que é formado em arqueologia e trabalha como guia turístico, teme que a Irmandade Muçulmana assuma o poder e transforme a sua vida em caos.
O nome bíblico Samuel deixa evidente que ele é um dos 12 milhões de cristãos do Egito que não serão tolerados caso o grupo de radicais islâmicos chegue aos cargos mais altos do país. “Se isso acontecer, terei que sair”, disse, por telefone, ao site de VEJA.
Samuel frisa que apoia os protestos contra Hosni Mubarak, e que também quer um novo governo – desde que não seja comandado pelos “irmãos islâmicos”, como os chama. Ele sabe que, dentre os diferentes movimentos presentes na Praça Tahrir, a Irmandade é a mais bem organizada e com maior número de seguidores. E teme os desdobramentos prováveis disso tudo.
“Eles não pedem o governo para eles agora. São espertos. No momento, atendem aos pedidos dos jovens manifestantes de combater à corrupção do governo atual. O medo dos cristãos é de que, quando mudar o sistema vigente, eles (Irmandade Muçulmana) mostrem a segunda cara”, explica.
Para Samuel, o ideal seria a formação de um conselho com a presença de diversos movimentos da sociedade de onde sairia uma nova constituição, laica. “Longe da religião”, imagina o arqueólogo. Atualmente, apesar de haver liberdade de culto, são muitos os obstáculos à prática cristã. Construir uma igreja no Egito, por exemplo, é uma cruzada. “O Cairo cresceu, e novas cidades surgiram. Elas querem ter igrejas, mas é complicado. Tem que ter assinatura de oficiais do alto da hierarquia. Agora, não é uma liberdade completa, mas podemos rezar, pelo menos. Com os islamitas, ficará impossível”, lamenta desde já.
Para piorar a insegurança de Samuel em relação ao futuro, pesa o fato de ser guia turístico e arqueólogo. “Para a Irmandade Muçulmana, as ruínas são símbolo do paganismo. É um pensamento radical. Não acredito que destruiriam as pirâmides, mas aqui temos muitos museus ao ar livre. Isso me preocupa.” Neste momento, a história do país está guardada por homens do Exército. Samuel continua em casa, sem trabalho. O último grupo de turistas que atendeu se despediu às pressas no dia 29 de janeiro. Eram brasileiros aflitos para deixar o Egito. “E eu tentava acalmá-los. Dizia que isso sempre acontecia. Guia sempre finge que está tudo tranquilo”, diz.
Neste momento, todo o esforço de Samuel é para acalmar a si mesmo. Sua sensação é de que a cada dia a situação piora, mas ele tenta se convencer de que vai melhorar. A polícia voltou às ruas, ele já tem coragem de sair um pouco – sempre de dia. E já decidiu: nesta sexta-feira, vai abrir os dois cadeados para, pela primeira vez, juntar-se aos manifestantes que pedem a saída de Mubarak.
Fonte: Veja
E deu certo, Mubarak foi deposto.
Regenerar ? Tornar a gerar, reproduzindo o que estava destruído, reorganizar, corrigir moralmente, formar-se de novo, emendar-se e reformar-se
Hoje em dia muitos se denominam ser crentes e não são poucos aqueles que mesmo frequentando cultos evangélicos nunca nasceram de novo. Com um evangelho a cda dia mais dilúído e voltado para as necessidades materiais do crente somente é crescente o número de cristãos que não sabem ou que nunca nasceram em Cristo. A palavra de Deus no livro de João vemos a resposta de Jesus, a um religioso fariseu chamado Nicodemos que era admirador de Cristo. Este fariseu embora sendo um admirador de Cristo e reconhecendo os sinais que Cristo fazia, não entendia a real missão do mestre.
Muitos hoje,na IGREJA DE CRISTO são como Nicodemos, simpatizantes ou “amigos do evangelho”, que até louvam e glorificam a Jesus, com as suas bocas, mas não querem ser transformados a imagem de Jesus.
Certa vez Jesus a seguinte pergunta a algumas pessoas, inclusive alguns religiosos:
“Porque me chamais Senhor, e não façais o que vos peço” (Lc 6:46).
Quando Jesus estava respondendo a Nodemos que importava “nascer de novo”, ele estava basicamente dizendo isso:
Sim, Nicodemos eu sei que re reconheces como vindo de Deus, mas você precisa ser “gerado por mim”, para ter a vida eterna.
E essa é a missão de Cristo e a mensagem “cristocêntrica” para seus filhos hoje. Mas muitos não compreendem isso, como Nicodemos o que é nascer de novo, pois é algo que envolve a morte da velha criatura para a geração de uma nova. O sepultamento do corpo da carne para a geração no Espírito.
Diz a palavra de Deus que fomos sepultadorcom Ele no batismo na morte, para que como Cristo foi ressuscitado dos mortos para a glória do Pai, assim andemos em novidade de vida(Rm 6:4).
Como disse certa vez Leonard Havenhill:
“Precisamos ir ao nosso funeral”
Sepultados com ele no batismo, nele também ressuscitastes pela fé no poder de Deus, que o ressuscitou dentre os mortos.(Cl 2:12)
O livro de colossenses usa a expressão “RESSUCITADO” com Cristo que significa começar uma nova vida , ou seja, nascer de novo(Cl 3:1).
Para nascer de novo é necessário que aquilo que está vivo da velha natureza venha a ser mortificado como a prostituição, a impureza, a paixão lascíva, a vil concupiscência (o desejo maligno) e a avareza(Cl 3:5).
Algumas considerações sobre o nascido de Deus. Diz o livro de João que:
1) Aquele que é nascido de Deus não peca habitualmente; porque a semente de Deus permanece nele, e não pode continuar no pecado, porque é nascido de Deus. (1 Jo 3:9)
2) Todo aquele que crê que Jesus é o Cristo, é nascido de Deus; e todo aquele que ama ao que o gerou também ama ao que dele é nascido(1 Jo 5:1)
3)Sabemos que todo aquele que é nascido de Deus não peca; mas o que de Deus é gerado conserva-se a si mesmo, e o maligno não lhe toca(1 Jo 5:18)
4)Porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo, a nossa fé.(1 Jo 5:4).
5) Nisto são manifestos os filhos de Deus, e os filhos do diabo. Qualquer que não pratica a justiça, e não ama a seu irmão, não é de Deus.(1 Jo 3:10).
6) Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no seu nome;Os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus.(Jo 1:12-13)
Cristo não precisa de simpatizantes do evangelho, pois isso ele tem o bastante. Muitas religiões citam Jesus, mas não seguem seus mandamentos. O que o Senhor deseja é praticantes e não meros ouvintes(Tg 1:22).
O Senhor procura verdadeiros adoradores, ou seja, “servidores” que o “sirvam” em espírito e verdade(Jo 4:23-24).
Não somente admiradores, mas adoradores. Ele não quer ser somente chamado de Senhor, mas quer ser adorado por amor, não por hobby ou obrigação.
Ele não deseja mais um seguidor cego e desobediente, mas uma pessoa nascida Nele, consciente do seu chamado e verdadeiramente crente.
Fonte: Gospel+
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