Se os homossexuais têm a sua PL-122, os heterosseuxais acabam de ganhar um projeto lei novinho em folha. Trata-se da PL-7382/2010 proposto pelo deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que penaliza a discriminação a heterossexual em até três anos de prisão.
O tal projeto visa contrapor-se a PLC-122/06, apelidada por alguns evangélicos de ditadura gay, que prevê punição equivalente em casos de homofobia. Segundo o nobre deputado, “o Poder Executivo, dentro de sua esfera de competência, penalizará os estabelecimentos comerciais e industriais e demais entidades que, por atos de seus proprietários ou prepostos, discriminem pessoas em função de sua heterossexualidade”, diz no texto do projeto.
Cunha também diz que será punido aquele que “impedir ou restringir a expressão de afetividade em locais públicos ou privados abertos ao público”.
O deputado Eduardo Cunha foi um dos que votaram contra na votação que beneficiaria a classe trabalhadora brasileira, com um aumento do salário mínimo para R$600. O nobre deputado, cujo slogan de campanha é “o nosso povo merece respeito”, é pivô de um escândalo envolvendo a estatal FURNAS, um golpe de R$ 73 milhões.
Para o Bispo e conferencista Hermes Fernandes o projeto pode ter um outro pretexto: “Até que ponto a tal PL proposta por Cunha não seria mais uma cortina de fumaça? Parece melhor para sua imagem estar envolvido numa controvérsia entre gays e heteros, do que ter seu nome ligado a um escândalo de corrupção”.
Fonte: Gospel+
Com informações de Genizah Virtual
Na tarde do dia vinte e três de fevereiro o apóstolo Valdemiro Santiago presidente da IMPD Igreja Mundial do Poder de Deus, fez uma visita ao plenário Ulysses Guimarães onde os parlamentares estavam em reunião.
No momento que o apóstolo Valdemiro chegou a casa, os deputados foram parabenizá-lo pelos seus feitos. Na ocasião o deputado e pastor Marco Feliciano também dedicou seu tempo para falar um pouco com o líder da Igreja Mundial, que afirmou ao pastor Marco que por diversas vezes já viu seus DVD’s, “Olha pastor é um grande prazer conhecê-lo pessoalmente, e vou lhe dizer, já vi muitas mensagens suas em DVD, é bom saber que temos grandes pessoas lutando pelas mesmas idéias nossas, lutamos pelo evangelho e sei que juntos conseguiremos muitas almas para Cristo”.
Após conversarem um pouco, o pastor Marco Feliciano pediu a palavra e discursou homenageando o apóstolo que tem um belo trabalho na evangelização do povo. “Estou muito lisonjeado por estar ao lado deste homem abençoado e escolhido por Deus para propagar o evangelho do nosso Senhor Jesus Cristo” – parte do discurso do pastor Marco Feliciano.
Fonte: Deputado Marco Feliciano
No dia 24 de fevereiro, quinta-feira, o Deputado Federal Pastor Marco Feliciano almoçou com o Senador Magno Malta, de quem é amigo de longa data. Estiveram presentes, Deputado Federal Marcelo Aguiar, O Ex-Cantor de Pagode Waguinho, e o Diretor musical da Sony Music, Mauricio que cuida do braço Gospel da Gravadora.
Na oportunidade assuntos como pedofilia, drogas, casas de recuperação para drogados, bem como uma aliança na Bancada Parlamentar Evangélica, foram explanados. A preocupação
pelo desarquivamento da PL.122 que trata sobre a homofobia, solicitação feita pela Senadora Marta Suplicy, moveram o encontro e estratégias para blindar a família foram estudadas.
Fonte: Deputado Marco Feliciano
Esta semana foi votado na Câmara em regime de urgência o novo salário mínimo nacional, entre os valores apresentados haviam propostas de R$545 (feita pelo governo com aumento de R$5 no salário atual), R$560 e R$600.
Mais uma vez a bancada do governo venceu e aprovou o aumento de apenas R$5. A grande maioria dos brasileiro pediu o aumento do salário mínimo para R$600. Dentre os que votaram contra o aumento para R$600 estão alguns deputados evangélicos, confira a lista abaixo:
Lauriete (PSC-ES) – Cantora Gospel
Marcelo Aguiar (PSC-SP) – Cantor Gospel
Pastor Marco Feliciano (PSC-SP) – Cantor e Pastor
Silas Câmara (PSC-AM) – Pastor, líder da Assembléia de Deus no amazonas e irmão do Pr. Samuel Câmara
Takayama (PMDB-PR) – Pastor
A justificativa de alguns seria que os políticos devem votar e aprovar os projetos que os partidos filiados mandam. A maioria dos que votaram contra são do PSC, Partido Social Cristão.
Fonte: Gospel+
Durante a audiência pública para discutir o aumento da tarifa do transporte público em São Paulo, realizada na Câmara Municipal neste sábado, o vereador Carlos Apolinário (DEM) foi chamado de fascista pelos estudantes.
Os manifestantes protestaram usando palavrões, porque, segundo eles, o tempo destinado aos estudantes menor do que o dos vereadores.
Um estudante gritou que os vereadores “falavam m… o tempo inteiro”. Apolinário repreendeu os estudantes e disse que “se houvesse esse tipo de manifestação novamente pediria para a Polícia Militar retirar os estudantes”. Foi quando os manifestantes, revoltados, o chamaram de “fascista”.
A audiência teve início às 9h30, com a presença do secretário de Transportes, Marcelo Cardinale Branco. Os estudantes protestam contra o reajuste da passagem de ônibus que foi de R$ 2,70 para R$ 3 – aumento de 11%.
Em seguida, Carlos Apolinário falou na tribuna sobre dois projetos de lei que foram vetados pelo prefeito Gilberto Kassab (DEM): o primeiro, de 2004, defendia a gratuidade da passagem para estudantes; o outro, de 2006, propunha que o aumento da passagem fosse votado diretamente pelo plenário da Câmara, sem depender apenas de decreto do prefeito.
Segundo ele, se fosse assim e a Câmara votasse a favor, a gratuidade na passagem para os estudante poderia ser votada na terça-feira (15) e passaria a valer no dia seguinte.
Fonte: Folha Online
O pastor e deputado federal por São Paulo, Paulo Freire (PR), protocolou na Secretaria Geral da mesa diretora da Câmara dos Deputados um requerimento de solicitação de Sessão Solene para homenagear o Centenário da Igreja Evangélica Assembléia de Deus no Brasil.
Segundo a Frente Parlamentar Evangélica, a pretensão do deputado é que a sessão ocorra no dia 10 de Junho de 2011, data em que a igreja comemora 100 anos de fundação. Ainda segundo a proposta, a sessão contará com a participação de líderes nacionais da Igreja e de outras denominações evangélicas sob a presidência do deputado e pastor Paulo Freire. Caso o requerimento seja aprovado, a sessão deve marcar a história do Parlamento Brasileiro.
Fonte: AD de Alagoas
Alvo de atenções no dia da posse, a deputada Bruna Furlan (PSDB-SP), 27 anos, diz preferir que continue com a colega Manuela D’Ávila (PC do B-RS) o título de “musa do Congresso” e afirma que pretende ser reconhecida não pela beleza, mas pelo trabalho .
“Ela [Manuela] continua sendo a musa”, disse, bem-humorada. “A gente fica contente com o elogio, mas acho isso uma brincadeira. A gente tem que ser reconhecida mesmo é pelo trabalho”, afirmou a deputada, solteira, evangélica e de longos cabelos loiros.
Na Câmara, é estreante – a colega gaúcha está no segundo mandato consecutivo – e se diz animada com o início do mandato.
Formada em direito e pós-graduada em gestão de cidades, ela foi diretora da Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD) e participou de programas de inclusão social com foco em moradia e educação.
“Estou muito entusiasmada, muito animada. É o início de um mandato e tenho certeza que vamos conseguir desenvolver um bom trabalho e realizar os grandes anseios da população”, afirmou ao G1.
Bruna seguiu a orientação do partido e foi uma das parlamentares que ajudou a eleger o presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS).
Filha do prefeito de Barueri (SP), Rubens Furlan, Bruna é a terceira deputada federal mais votada da bancada paulista, com 270.661 votos – atrás de Tiririca (PR), com 1.353.820 votos, e Gabriel Chalita (PSB), com 560.022 votos.
Fonte: G1
Segundo informações da Frente Parlamentar Evangélica, o deputado federal por São Paulo, pastor Marco Feliciano e a deputada e cantora gospel Lauriete foram os ministrantes do 1º culto de 2011, realizado nesta terça-feira, na Câmara Federal, em Brasília, após a posse dos 513 deputados federais. O culto contou com a presença de parlamentares evangélicos, que nesta legislatura somam 71, e do presidente eleito para os próximos dois anos, Marco Maia (PT-RS).
Entre famosos e anônimos, estiveram os parlamentares Pastor Pedro Ribeiro, Antony Gatorinho, Benedita da Silva, Heleno Silva, Pastor Eurico, Silas Câmara, Antonia Lúcia, Manato, Gilmar Machado, Erivelto Santana, Paulo Freire, Ronaldo Fonseca, Nilton Capixaba, Oziel de Oliveira, Leonardo Quintão, Zequinha Marinho, Fátima Pelaes, Pastor Takayama e o Senador Walter Pinheiro.
Informações dão conta que o culto ocorreu no ‘plenário 1’ da Casa, local onde geralmente ocorrem acaloradas discussões sobre pautas polêmicas em tramitação na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania. O deputado Feliciano pregou sobre a história de Moisés, líder do AT, e contou parte de seu testemunho e Lauriete cantou hinos de louvor.
Ainda durante o culto foi servido a Santa Ceia e o presidente da Frente Parlamentar Evangélica, deputado João Campos (PSDB-GO), abriu um espaço para um momento de gratidão a Deus pela eleição do Presidente Marco Maia.
Fonte: Assessoria Marco Feliciano
Um em cada quatro senadores deixou de comparecer o equivalente a um ano de mandato nas sessões de votação na atual legislatura. Levantamento exclusivo feito pelo Congresso em Foco revela que 21 senadores estiveram ausentes a mais de 110 das 430 sessões deliberativas realizadas pelo Senado. Nesse período, a Casa realizou em média 108 sessões ordinárias por ano. Ou seja, entre fevereiro de 2007 e dezembro de 2010, eles não registraram presença em mais de um quarto das reuniões do plenário. Juntos, esses senadores acumularam 2.807 ausências. Foram 2.028 licenças para faltar e 779 ausências sem justificativa.
A relação dos mais ausentes na legislatura é heterogênea. É encabeçada por Magno Malta (PR-ES), presidente da CPI da Pedofilia, pelo ex-presidente da República Fernando Collor (PTB-AL) e pela ex-candidata à Presidência Marina Silva (PV-AC). Magno Malta teve 166 ausências; Collor, 164, e Marina, 162. Entre eles, apenas Marina se valeu por determinado período de licença para tratar de assuntos particulares, modalidade pela qual o senador deixa de receber, sem implicar ônus para o contribuinte. Os dados fazem parte de pesquisa feita pelo Congresso em Foco com base em informações oficiais do Senado.
O estado de Alagoas, de Collor, é o único a ter toda sua bancada na lista dos mais ausentes da legislatura. Fazem companhia ao ex-presidente os também alagoanos Renan Calheiros (PMDB) e João Tenório (PSDB). Santa Catarina e Paraíba têm dois representantes. Completam o grupo senadores de Pernambuco, Espírito Santo, Acre, Ceará, Sergipe, Maranhão, Roraima, Rio de Janeiro, Tocantins, Pará, Rondônia, São Paulo, Bahia e Rio Grande do Norte. Os oposicionistas PSDB e DEM puxam o ranking dos senadores com mais ausências: são cinco tucanos e quatro do Democratas.
Pelas regras da Casa, os senadores têm direito a justificar suas faltas por meio de licenças, como prevê o regimento interno (artigos 13, 39 e 40). Basta o encaminhamento de um ofício. São três tipos: licença por atividade parlamentar ou missão política; licença por motivos de saúde, e licença para tratar de interesse particular. Dessas, apenas a licença por interesse particular significa desconto na folha de pagamento do senador (o chamado ônus remuneratório). Nas demais, mesmo ausente, o parlamentar continua recebendo seus vencimentos.
A Constituição Federal determina que senadores, bem como deputados, devem comparecer a, no mínimo, dois terços das sessões ordinárias. A exceção são as licenças, que podem ser justificadas por motivo de saúde, interesse particular ou missão política. Caso ultrapasse o limite constitucional, o parlamentar faltoso pode enfrentar processo de perda de mandato na Corregedoria do Senado.
Todos os 21 senadores que figuram na lista dos mais ausentes na legislatura foram procurados pelo site, para justificar as ausências. Apenas três, no entanto, responderam aos contatos feitos pelo Congresso em Foco: o senador Magno Malta (PR-ES), a senadora Patrícia Saboya (PDT-CE) e João Durval (PDT-BA).
O senador Magno Malta, após a publicação da primeira versão desta reportagem, enviou nota para o site em que afirma que as suas ausências aconteceram em consequência da sua atuação na CPI da Pedofilia. Segundo Malta, ele faltou às sessões para fazer oitivas nos estados para a CPI. Leia abaixo a nota do senador:
“Eu viajei por diversos estados brasileiros nas oitivas da CPI da Pedofilia. Estive ausente no plenário, mas presente com intenso trabalho combatendo drogas, abusos contra crianças e acompanhando diversas prisões de criminosos influentes. Preferi deixar de ouvir os pronunciamentos, muitas vezes de pouca importância para o meu Estado, para combater um mal muito maior e mais grave.
Tenho consciência de que trabalhei mais para a nação combatendo criminosos do que marcando ponto no plenário. Minhas ausências foram justificadas. E nesta nova legislatura pretendo correr todo o Brasil debatendo a redução da maioridade penal. É uma luta dura, mas vamos para o enfrentamento com coragem.
Nos últimos três anos, várias oitivas, nas mais diversas cidades brasileiras, estenderam aos sábados e domingos, privando-me do gozo de minha família. Mas o importante foi que o próprio eleitor reconheceu meu trabalho e fui reeleito com expressiva votação no Espírito Santo. Respeito o Congressoemfoco, jornal eletrônico que goza de credibilidade em todo o Brasil e que merece minha atenção. Esclareço, com absoluta certeza, que trabalhei intensamente nesta legislatura honrando o voto do eleitor capixaba, que acredita na minha luta por um Brasil com cada vez mais justiça social”.
Atenciosamente,
Senador Magno Malta”
Fonte: Congresso em Foco
A prefeita de São Gonçalo, Aparecida Panisset, está envolvida em escândalo: ela teria realizado um desvio de dinheiro dos cofres públicos da prefeitura e o teria feito com o auxílio de duas igrejas evangélicas.
Aparecida, que se declara evangélica, teria firmado convênio com duas igrejas da cidade – Igreja Evangélica Assembléia de Deus Ministérios da Reconciliação e Templo Pentecostal Casa do Saber. Os convênios foram iniciados em outubro de 2005 e junho de 2006, respectivamente, com duração de um ano. As igrejas recebriam R$25 mil mensais para prestar serviços médicos, assistenciais e cursos profissionalizantes para a comunidade.
Diante das evidências, a prefeita, as igrejas e mais três pessoas foram denunciadas pelo Procurador-Geral de Justiça do Rio de Janeiro, Cláudio Lopes. Segundo a denúncia, a soma desviada seria de aproximadamente R$600 mil. Este dinheiro poderá retornar aos cofres públicos no caso de uma condenação.
Fonte: Gospel+
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