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Domingo, 20 Mai 2012
Louvor e Adoração

Louvor e Adoração (4)

Seg, 14 de Março de 2011 14:15

Comportamento durante o ensaio do grupo de louvor

Publicado em Louvor e Adoração Escrito pelo Administrador

Para muitos, o ensaio de uma equipe de louvor é uma experiência maravilhosa – alegre, encorajadora, desafiadora, voltada para a comunhão e agradável a Deus. Para outros, entretanto, a noite de ensaio pode representar um momento repleto de sentimentos de medo, imperfeição e até mesmo solidão – está claro que não é nada disso o que Deus pretende. O dilema da equipe de louvor Numa perspectiva musical, uma equipe de louvor representa um interessante dilema. Talvez seja o único contexto em que um grupo tão diverso de músicos se reúne e espera produzir um som apropriado ao consumo das multidões. Uma equipe de louvor pode, e geralmente é assim, representar uma larga mistura de forças e habilidades musicais – desde o profissional experiente até àqueles que acabaram de aprender alguns poucos acordes.

Se considerarmos a idéia de que os músicos naturalmente tendem a gravitar ao redor daqueles que compartilham níveis de habilidades semelhantes, esta integração pode, fora desta perspectiva, produzir alguns efeitos devastadores na experiência de participar de uma equipe de louvor. O fato é que muitos pastores, muito freqüentemente, relacionam intimamente o crescimento da igreja com o som da equipe de louvor. Daí você tem o ambiente propício para a divisão e a desordem. Esta é a má notícia. A boa notícia é que nós podemos crer no modo maravilhoso que Deus tem nos chamado, e providenciado os meios pelos quais nós podemos interagir tanto no mundo espiritual como no musical. Se isso soa bastante como algo que vem do Reino de Deus. então realmente é!

A técnica nunca isenta o músico de ter uma vida que busca ardentemente a justiça e o caráter de Jesus. A personalidade artística é responsável! Além de tudo, o ensaio deve ser um ambiente de verdade – um lugar de repouso, de baixar a guarda e desenvolver a música juntos. Para encerrar, existem algumas poucas sugestões que eu gostaria de passar a respeito das normas de comportamento no ensaio.

Boas maneiras no ensaio

Um dos erros mais comuns acontece quando permitimos que alguns músicos fiquem tocando sem propósito antes do ensaio começar. Embora muitos vejam isso como algo alegre, e até inocente, isso pode trazer implicações infelizes. Imagine só por um momento que o músico se sente travado, ou acanhado. Só o fato de passar pela porta pode ser suficiente para fazer com que ele pense em desistir. Ao percebermos sentimento de incapacidade, o nosso trabalho é encorajar e envolver os membro da equipe com verdade e amor. Os líderes de louvor podem agendar um momento para uma “jam” interativa – talvez depois que o ensaio acabar, quando todos estiverem se sentindo mais seguros.

Deveríamos gastar algum tempo para que os músicos e cantores pudessem interagir sem os seus instrumentos. Embora os retiros semestrais e encontros periódicos possam ser eficazes, um momento semanal de comunhão proporciona um bom caminho para a construção de relacionamentos baseados na confiança e aceitação.

Outro ponto negligenciado é a maneira de permitir que alguém possa contribuir e perceber qual será a sua função na música. Uma idéia simples é dividir o grupo em instrumentistas e vocalistas. Ensaie a banda por um período controlado de tempo e encoraje os vocalistas a ouvirem, a cantarem com o microfone desligado e a basicamente se sentirem confortáveis com a sensação da música. Depois, dê uma pequena folga aos instrumentistas enquanto os vocalistas passam sua parte. Chame os músicos e passe a música com todos juntos. “O mesmo exercício pode ser aplicado aos instrumentistas que não tocam o tempo é importante e nós temos um tempo de ensaio específico para vocês”. Segundo, ela força a banda a priorizar e gerenciar bem o já limitado tempo do ensaio.

Uma das maneiras maravilhosas de quebrar as barreiras dentro do contexto de uma equipe de louvor é fazer perguntas aos outros. Ao invés de mostrar o que você sabe, tente descobrir o que os outros sabem. Não existe um gesto maior de aceitação musical do que um baterista se aproximar de um tímido flautista e perguntar sobre o seu instrumento, procurando saber como ele funciona. Ao levar em consideração a habilidade e a experiência de alguém, uma coisa é certa – temos nos doado a um instrumento, e ninguém melhor do que nós para falarmos sobre ele. Seja você a pessoa que faz essas perguntas primeiro.

Um último pensamento nos faz lembrar da questão da afinação. Eu creio firmemente no afinador eletrônico e, particularmente, sugiro que um afinador seja parte integral do orçamento do equipamento de som de uma igreja. Por que estou trazendo este assunto à tona? Embora seja verdade que muitos possam afinar perfeitamente “de ouvido”, criar a cultura de usar o afinador leva tempo. Primeiramente, outros não se sentirão intimidados em usar os seus próprios afinadores. Em segundo lugar, existe um clima de união quando todos se reúnem ao redor do afinador. Isto pode soar estranho, mas a questão é que nem todos percebem quando há alguém destoando na equipe de louvor. Em terceiro lugar, até mesmo a pessoa que tem um senso mais perfeito de afinação pode estar em um dia ruim. Finalmente, a música só pode soar melhor quando todos estão musicalmente e espiritualmente afinados. Você vai se surpreender ao ver o quanto o seu ensaio vai melhorar se você gastar alguns poucos minutos com essa importante tarefa.

Batalhando pelo trabalho em equipe

Enquanto a nossa musicalidade simplesmente nos dá um contexto de adoração, é a nossa mentalidade espiritual que nos capacita a adorar e a liderar outras pessoas. Saber que esses princípios de ensaios podem ser aplicados hoje, pode facilitar o “tocar bem juntos” – o objetivo principal da maioria das equipes de louvor.

Bruce Ellis é o pastor de adoração da Cambridge Vineyard em Ontario, Canadá. Ele também é compositor, produtor e músico professional e vive em Cambridge, com sua esposa Laura e seus quatros filhos: Sam, Abby, Noah e Sally.

Fonte: www.vineyarmusic.com.br

Por Everson Barbosa | Gospel+

Seg, 14 de Fevereiro de 2011 15:12

Acessibilidade e Prudência – Um estudo para grupos de louvor

Publicado em Louvor e Adoração Escrito pelo Administrador

A congregação experimentando a adoração de intimidade com Deus

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A intimidade é a forma mais simples de adoração a Deus. Fazemos isso porque o clamor do nosso coração sempre foi, “Quando eu posso me encontrar com Deus?” Quando é que podemos ficar na Sua presença e apenas estar com Ele?

Desta vez eu gostaria de ter um breve olhar sobre o meu valor principal como um líder de adoração.

Acessibilidade

Deixe-me confessar algo. A uns dois anos atrás, eu não teria escrito o que estou prestes a escrever, e eu não teria acreditado, se Deus não tivesse me abençoado com uma esposa que tem o dom precioso de caminhar e aprender com as pessoas.

Nos últimos anos, a sociedade deu um grande passo para tornar lugares públicos mais acessíveis a pessoas com necessidades especiais. Pessoas com cadeiras de rodas, dificuldades auditivas e etc podem desfrutar muito mais eventos e lugares do que antes. Eu acho isso grandioso.

Às vezes como uma líder de adoração eu preciso fazer algumas das mesmas questões que trouxe a mudança para o acesso nos locais em que vivemos.

Nossa adoração é acessível para todos? Não é acessível para aqueles que não são essencialmente artístas ou espirituais?

Lembro-me de uma experiência de adoração de forma muito clara de alguns anos atrás. Minha esposa, eu e vários amigos participavamos de uma noite especial de adoração. O líder e o grupo de músicos estavam levando-nos na adoração através de alguns sons músicas diferentes. Eu estava passando um grande momento, toda a criatividade da minha personalidade estava sendo estimulada. Depois de um tempo adorando de olho fechado ao abri-los olhei para minha esposa ao meu lado. Ela olhou para mim com um olhar que parecia dizer: “Podemos ir agora?”. Eu não me esqueci daquele momento. O que foi significativo para mim (não o líder de louvor e músicos) não era necessariamente significativo e acessível a todos os presentes. Muitos de vocês são assim. Você quer se encontrar com Deus. Você gosta de adoração, mas ao menos que alguém leve-o a este encontro através de algumas canções que você pode cantar e encontrar sentido, será, potencialmente, deixado de fora.

Isso significa que às vezes precisamos de algo chamado de “prudência” na adoração. Eu sei que não é uma palavra popular … alguns anos atrás, depois do filme ´Coração Valente´, uma das melhores coisas a fazer era gritar “Liberdade” no culto … às vezes eu quero gritar no meio do culto … Disciplina! Se tivéssemos tempo, poderíamos ter uma longa discussão sobre a necessidade de mais paixão em nossas vidas e em nossa adoração. De fato para a verdadeira adoração, você precisa ter paixão e prudência, e para fazer música de adoração, você não estará em lugar nenhum se você não tem ambos.

Mas temos que olhar atentamente para prudência. Prudência é a espinha dorsal para a composição de uma música em que os outros possam seguir e se conectar.

Deixe-me fazer uma pausa aqui por um momento e dar algumas dicas para líderes de louvor sobre a prudência na adoração:

  • Prudência é escolher as canções que vão dizer o que a maioria das pessoas se reuniram querem dizer a Deus.
  • Prudência é a disciplina para não tocar ou cantar o tempo todo. (Isso também é especial para todos os membros das equipes de adoração – se você preencher todos os espaços com suas “coisas” a música não respira e a congregação se sente oprimida)
  • Prudência é a percepção de que as notas que não toco (e as palavras que o outro não canta) são tão importantes como as que você faz.
  • Prudência é tocar a música como está escrito, sem sempre acrescentar toneladas de enfeites que outras pessoas não podem seguir ou cantar.
  • E muitas vezes que escolher as canções e músicas que não é necessariamente “a música” (aqueles de vocês que são músicos vai saber o que quero dizer).

Ás vezes, envolve um pouco de dor e sacrifício da parte líderes de louvor e músicos.

Senhor o que o Senhor quer? Normalmente é mais precioso e satisfatório ver as pessoas se conectarem com Deus do que fazer o a minha própria vontade.

Eu não estou dizendo que prudência na adoração é fácil, eu não estou dizendo para você que eu mesmo sempre me senti bem como um líder de adoração. O estou dizendo o que é certo. Se perdermos a acessibilidade, acabaremos perdendo as pessoas, e talvez até mesmo a experiência preciosa delas experimentarem a adoração de intimidade com Deus

Deixe-me dizer mais uma chave sobre a acessibilidade, algo que podemos facilmente esquecer. Se a adoração é um encontro com Deus, precisamos lembrar que Deus quer ter um papel ativo em nosso tempo juntos também. E assim temos de dar-lhe espaço para entrar, para falar uma palavra para a congregação ou um indivíduo.

Talvez ele só quer vir com a sua presença e vamos descansar nele. Eu amo o silêncio e tranquilidade quando Deus está lá. ue mais poderíamos nós como filhos e filhas, criados à imagem de Deus, querer? Mas não vamos deixar as pessoas fora da “porta”, como alguém numa cadeira de rodas que não poderiam entrar em um edifício, porque nós não nos importamos o suficiente para torná-la acessível para eles.

Vamos fazer um caminho para que todos juntos tenhamos a experiência de adoração de intimidade com Deus.

Fonte: Portal Adorando

Seg, 14 de Fevereiro de 2011 14:53

Ministrando louvor no período de oração

Publicado em Louvor e Adoração Escrito pelo Administrador

Imagine a seguinte situação: “O pastor está encerrando sua pregação. Sua equipe de louvor já está tranqüilamente sentada, com a sensação de dever cumprido após ter liderado um período de louvor de quatro a cinco musicas. Mas inesperadamente, o pastor suavemente convida a igreja a responder a palavra de Deus, em atos físicos como ficar de pé ou ir até a frente, no que costumamos chamar de “altar”, para receber uma oração por algo específico. A equipe de louvor sobe até plataforma onde estão os instrumentos, e depois de uma breve conversa com o pastor, ou simplesmente por inspiração divina, sem distrair a igreja, tenta tocar o que está no coração de Deus, participando ativamente desse processo”.

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Tenho lidado com momentos como esse desde que comecei a liderar louvor, e durante essa minha jornada, pude experimentar que esse pode ser o momento mais precioso durante um culto.

E é por isso que resolvi escrever esse artigo. Se esse momento é tão especial, porque não nos preparamos pra ele, assim como nos preparamos para o período de louvor? É certo que nem sempre podemos saber a direção em que o Espírito irá soprar, mas na tentativa de ser assertivo, entre uma “bola fora” e outra, aprendi algumas dicas que gostaria de deixar aqui registradas. Espero que possam ajudar.

O QUE TOCAR?

  • Se você montou sua lista de musicas para o período de louvor baseado no tema da pregação da noite, provavelmente você já tem uma grande pista do que tocar no período de ministração. Por isso é fundamental que você converse com o pastor sobre o culto de domingo durante a semana.
  • Vez ou outra, repito a musica que escolhi para o momento de intimidade no período de louvor durante a ministração. Mas isso não impede que eu escolha uma musica especifica para esse momento.
  • É muito importante que toda a equipe de louvor esteja atenta a pregação, observando para onde o Vento está soprando. Muitas vezes eu decidi que musica seria feita num provável tempo de ministração enquanto Deus falava comigo através da pregação.
  • Se você já tiver uma musica em mente, submeta ao pastor antes de começar a tocá-la, mas faça isso discretamente, sem “desligá-lo” do que ele está fazendo. Ao fazer isso, esteja aberto para uma sugestão repentina dele. Se a banda não souber tocar a musica, opte por um arranjo mais simples, como apenas teclado e voz, ou violão e voz, mas valorize a sugestão do pastor. Se você tiver um grupo de músicos experientes, mesmo que não conheçam a musica, na segunda vez que ela for tocada todos estarão te acompanhando.

COMO TOCAR?

  • Em primeiro lugar, sugiro que você peça para a banda inteira estar pronta pra tocar junto com você, mesmo que no processo você não use todo mundo.
  • Se a musica que você escolheu tem em seu arranjo uma introdução ligeiramente “pesada”, considere a possibilidade de começá-la diferente. Pense numa maneira de suavizar, começando apenas com teclado ou violão, e acrescentando outros elementos aos poucos.
  • Esteja atento as intervenções do pastor enquanto toca ou canta. Lembre-se que o líder nesse momento é o pastor, e você está apenas apoiando seu trabalho.
  • Se o coro da musica é o que você sente que Deus está falando ou quer ouvir naquele momento, gaste um tempo com ele. Não tenha pressa de cantar a musica inteira.
  • Se as pessoas estiverem recebendo oração, cuide para que o volume da banda não atrapalhe.
  • Não esqueça a banda pra trás. Lembre que, especialmente num momento que pode tomar uma atmosfera espontânea como esse, a banda precisa muito dos seus sinais e deixas. Assim que você subir, rapidamente já converse com a banda sobre seus planos.

QUANDO TOCAR?

  • Se seu pastor já espera a banda no final de cada culto, não espere que ele chame. Esteja atento à conclusão da mensagem e fique num lugar onde o pastor possa te ver. Com um simples olhar você pode entender o que deve fazer.
  • Quando o pastor terminar o culto, considere a possibilidade de continuar tocando por mais alguns minutos. Algumas pessoas podem ainda permanecer ali com o Senhor, e nós podemos ajudá-la musicalmente mesmo após o culto.
  • De preferência, não cante enquanto o pastor fala. Se ele começar a falar enquanto você canta, De um passo para trás, diminuindo o volume ou mesmo parando de cantar por um tempo.

Essas são algumas dicas que podem ajudar, mas acima disso tudo, nunca se esqueça que o líder de louvor é muito mais que um cantor. Estamos nessa função com a nobre tarefa de perceber o que Deus está fazendo e comunicar isso musicalmente a nossa comunidade.
Quanto mais seu relacionamento com Deus estiver bem “afinado”, mais naturalmente você irá reagir a um período de ministração, e maior será seu entrosamento com o seu pastor.

Fonte: Vineyard

Qua, 02 de Fevereiro de 2011 22:00

Saiba se seu ministério é estratégico

Publicado em Louvor e Adoração Escrito pelo Administrador

1Cr.25.8 Deitaram sortes para designar os deveres, tanto do pequeno como do grande, tanto do mestre como do discípulo.

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Eu creio firmemente que todo cristão deve ser um discípulo de Jesus.

Discípulo significa seguidor, aluno, aprendiz, aquele que segue os ensinamentos de seu mestre.

Jesus nos ordenou fazer discípulos de todas as nações (Mt.28.18-20). Cada cristão deve ter o compromisso de aprender de Jesus e seguir seus passos.

Tenho visto alguns ministérios de música sem a ênfase do discipulado. Creio que os irmãos concordarão que tentar pastorear um músico que ainda não é um verdadeiro seguidor de Jesus é uma tarefa extremamente penosa, para não dizer impossível.

Digo isto porque ser músico é uma coisa e ser discípulo é outra totalmente diferente. Existem músicos que não são discípulos e também existem discípulos que não são músicos. O grande desafio é unir estas duas virtudes.

Em outra oportunidade trataremos com mais profundidade o que significa ser um discípulo verdadeiro de Jesus. No entanto em Mateus 28.18-20 encontramos as características fundamentais de um discípulo. Vejamos o texto:

Mt.28. 18 Jesus, aproximando-se, falou-lhes, dizendo: Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra.

19 Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo;

20 ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até a consumação do século.

As partes que estão em destaque no texto acima nos falam dos três aspectos fundamentais do discipulado: porta; caminho; e alvo.

Jesus disse “façam discípulos”. Este é o alvo, formar pessoas a imagem de Jesus, semelhantes a Ele, seguidores dele.

Jesus também disse “batizando-os”. Esta é a porta de entrada no reino de Deus. No batismo começa a carreira de um discípulo de Jesus.

Por fim Jesus disse “ensinando-os”. Este é o caminho. Aprender a guardar (obedecer) todas as coisas que Jesus tem ordenado é a única forma de dar passos no caminho do reino.

Que maravilha quando um músico é um verdadeiro seguidor de Jesus! Um músico que nasceu de novo, que está aprendendo a obedecer a seu Senhor e, por isso mesmo, a cada dia se torna mais semelhante a Jesus.

Não é um sonho. É possível. Deus tem-me dado a alegria de ver preciosos discípulos de Jesus que tem glorificado ao Senhor com seu talento musical e acima de tudo com sua vida.

Estes músicos discípulos promovem um grande impacto por sua mansidão e humildade; por seu amor e serviço; por sua pregação e santidade; pela capacidade de não viverem ressentidos nem amargurados, mas perdoando a todos os que os ofendem. Eles andam como Jesus andou e ainda tem talento e unção para servir com a música.

Eles são motivo de alegria para Deus, para seus pastores, seus líderes e seus companheiros de ministério. A presença de Jesus está neles e, por isso, ficar perto deles é extremamente agradável.

Você conhece um músico assim?

O ministério que Davi edificou era composto por mestres e discípulos. Creio que o objetivo era uma formação completa; formar músicos e discípulos.

Não tenho dúvidas do que estou afirmando até por causa do exemplo do próprio Davi, um músico, compositor e rei que se deixou ensinar até o fim de sua vida. A formação de seu caráter foi tão eficaz que Davi é conhecido como o homem segundo o coração de Deus. Sua vida ainda hoje fala tão alto quanto sua harpa e seus salmos.

No amor de Jesus,

Daniel de Souza
Fonte: Portal Adorando

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